quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Dez dicas para criar o site da igreja


Sidney Nunes

Não existe um fórmula mágica para o sucesso de um site, pretendemos pontuar algumas dicas que irão facilitar a criação do novo site de sua igreja, e que também podem ser usadas para seu site pessoal.
No Brasil existem milhares de igrejas e denominações. Estimamos que menos de 30% dessas igrejas têm um site publicado na rede mundial de computadores. Mesmo com quase duas décadas de internet em nosso país, criar um website ainda parece ser um mistério para muita gente. Listamos algumas dicas para ajudar:

1. Pesquise outras Igrejas
Sugerimos à pessoa responsável pelo site que pesquise para saber o que deve ser usado. O primeiro caminho é pesquisar na internet. O que as outras igrejas estão fazendo? O que há de bom ou ruim nos sites dessas igrejas? Como eles expõem as suas informações, suas missões, suas denominações, seus produtos, seus serviços, tais como textos e imagens? Ao fazer esse exercício, o responsável pelo site deve pensar em como planejar todos esses elementos em seu novo site. Ele precisa pensar em bons textos, boas imagens, páginas internas e outros aspectos importantes para uma navegação legal, como ferramentas para atendimento aos membros dessa comunidade.

2. Qual é a visão de sua igreja?
O internauta que navega na internet precisa entender a visão principal de sua igreja assim que acessar a página principal. Alguns líderes estão tão envolvidos com sua missão na igreja que para eles é evidente o que oferecem. Mas, para o internauta e ou novo membro, pode não ser. É importante explicar o que a igreja tem a oferecer logo na primeira página.

3. Linguagem simples e objetiva
Não é melhorando na escrita que o responsável pelo site pode impressionar os visitantes na sua página. Se o técnico de informática se denomina consultor de hardware e software, o internauta que busca um reparo no seu computador pode não entender que é esse o serviço oferecido. O título empolado também pode prejudicá-lo em resultados de buscas, uma vez que ele não estará nos resultados de uma procura por técnicos de informática. A linguagem usada no site deve ser simples e parecida com a usada pelos consumidores. "‘Moda Gestante' pode ser elegante, mas o responsável pelo site terá mais audiência se escrever ‘Roupas para Grávidas' em seu site, por exemplo.

4. Onde está o contato, com quem devo falar?
Um erro muito comum é não colocar os meios de contato da igreja no site. Se não for fácil a visualização desta informação, o responsável pelo site não irá conseguir atenção daquele visitante. O mais indicado é colocar um telefone e o endereço no rodapé da página principal e criar uma aba de contatos com integração ao Google Maps ou outro serviço de mapas. Assim, o visitante ainda pode localizar o endereço da igreja antes de ir até lá pessoalmente.

5. Um bom Design
Ao acessar o site, o internauta deve ter a sensação de ter entrado na igreja física. A página precisa trazer a identidade visual da visão do líder em cores harmoniosas e poucas fontes. Até aí, os conselhos existentes já são bem conhecidos. Sugerimos criar uma estrutura básica e depois refinar o design a partir de percepções próprias e feedbacks dos membros, amigos e usuários de seu novo site.

6. Plagiar um site: Nunca
Eu me impressiono com a quantidade de pessoas que copiam textos da internet e colam em seus sites. Mesmo que seja pequeno, faça conteúdo sempre exclusivo relacionado á sua Igreja. Até porque o site não é lugar para textos longos. Há dois riscos em copiar um texto. O primeiro é o de plágio propriamente dito. O segundo é ficar mal posicionado nas buscas, uma vez que os buscadores comparam textos iguais e listam o primeiro a ser publicado na busca do Google. Ou seja, o concorrente que escreveu o texto original aparecerá antes do seu site.

7. Seu site deve ser referência
O Google é responsável por cerca de metade das visitas aos sites existentes. Ele posiciona melhor nas buscas quem ele entende que é uma referência da área. Mas como o Google sabe que determinada pessoa é um expert? Por outras referências, como um blog. Sugerimos a todos que tenham um site a criarem blogs com assuntos relativos à sua igreja e que postem alguma novidade pelo menos uma vez por semana. Quanto mais o responsável pelo site falar de sua igreja, mais o Google vai entender que ele conhece do assunto e seu segmento.

8. Redes sociais
Grandes empresas, especialmente as B2B, podem ter ressalvas para entrar em redes sociais voltadas para o consumo, como Twitter e Facebook. Mas, para os pequenos, estar nessas plataformas de grande audiência é quase obrigatório. Se o Google é responsável por 50% das visitas dos sites, 20% vêm das redes sociais. São plataformas eficientes e gratuitas para reforçar a marca de sua igreja, sobretudo para pequenas igrejas. Já as newsletters estão caindo em desuso e são consideradas spam por muitos provedores de e-mail no Brasil.

9. Pense localmente
Os internautas que procuram igrejas, em geral, são pessoas das redondezas. Então não adianta tentar abraçar o mundo e querer aparecer como uma das melhores igrejas do país. O responsável pelo site terá mais sucesso se reforçar a localidade dentro do texto. As chances de aumentar a busca de internautas e novos membros são muito maiores para aqueles que reforçam sua atuação no bairro. Recomendo ir do site micro para o macro: primeiro o bairro, a região na cidade, o município, e assim por diante.

10. Visual é tudo
Um bom site deve conter todos os textos necessários para o internauta entender a missão, visão de sua igreja, seus diferenciais, a experiência dos líderes e a localização da mesma. Mas isso será de pouca serventia se as imagens no site não convidarem o internauta a conhecer a sua igreja. Economizar com fotos não é um bom conselho. Uma foto bonita, além de ser um bom chamariz aos novos membros e visitantes, funciona como um atestado inconsciente do profissionalismo da igreja. Já uma foto ruim pode fazer pesar a impressão de amadorismo mesmo para o profissional mais talentoso. Pense: É tudo para Jesus, faça o melhor!
Desejamos muito sucesso para o site de sua igreja!

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Quem mexeu no meu queijo?

video

A história:
Hem, Haw, Scurry e Sniff saem a procura do queijo (uma metáfora que representa o que querem e desejam na vida). Após longas caminhadas pelo labirinto eles encontram o Posto C de queijo. Nos dias seguintes, os ratinhos Sniff e Scurry passam a acordar de manhã e correr pelo labirinto sempre no mesmo caminho até o posto C. Já os duendes Hem e Haw acordavam sem muita pressa e caminhavam lentamente em direção ao Posto C para apreciar o queijo.
Depois de um tempo, o queijo no Posto C acaba, Hem e Haw ficam muito decepcionados, Hem não aceita de maneira alguma aquilo. Já Sniff que previa aquilo, se juntou a Scurry e juntos foram em busca de um novo queijo. Hem e Haw continuaram visitando o Posto C durante mais uns dias com a esperança de ver o queijo de volta um dia.
Depois de alguns dias Haw decide enfrentar a situação e passa a querer procurar um novo queijo no labirinto, diferente de Hem, que continuava insistindo em ficar no Posto C. Haw prepara-se para sair do Posto C e começa uma longa jornada pelo labirinto. Enquanto isso Sniff e Scurry encontram o Posto N, com muito queijo. Haw enfrenta seus medos e inseguranças dentro do labirinto e vai aprendendo com sua longa jornada até que chega ao Posto N e se encontra com os ratinhos Sniff e Scurry.
Na parábola proposta pela obra, os quatro personagens estão em busca de um mesmo objetivo: um posto repleto de queijo. Para os homenzinhos, Hem e Haw, o queijo é uma metáfora que representa o que eles procuram na vida, seja algo material, um relacionamento, um cargo em uma empresa, etc.
No entanto, os personagens esquecem de que, à medida que fazem uso do queijo, este vai acabando, ou melhor, desgastando. Ao perceberem que o queijo terminou, cada um toma uma atitude diferente - da mesma maneira que cada um de nós, que também assumimos posturas diferentes diante de uma dificuldade, uma mudança. O livro passa, então, a mostrar como cada personagem lida com a mudança e como eles reagem a ela. Durante a leitura o leitor vai aprendendo como enfrentar as mudanças e como adaptar-se a a elas.
A parábola mostra, então, que a vida não é necessariamente um caminho livre de obstáculos mas, sim, uma caminho repleto de sobressaltos e adversidades. A diferença é a maneira com que cada ser humano lida com tais adversidades.
 O livro é uma alegoria que retrata os objetivos que cada um de nós temos e as mudanças a que estamos sujeitos durante a busca destes objetivos. Durante a leitura, o leitor pode observar que atitude cada personagem toma diante das adversidades da vida e pode acabar se identificando com um dos personagens.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Por que não somos bons ouvintes?


Prof. Menegatti

Existem algumas razões pelas quais não ouvimos eficazmente os outros:

Não aprendemos como ouvir:
Uma pesquisa mostra de que forma dividimos nossa comunicação: 9% escrevendo, 16% lendo, 33% falando e 40% ouvindo.
Mesmo antes de entrarmos na escola, nossos pais trabalham conosco para desenvolver nossas habilidades de escrever, ler e falar. A seguir, durante toda nossa educação fazemos cursos para melhorar estas habilidades básicas.
Além disso, poucas pessoas crescem em um ambiente familiar tendo um bom ouvinte como exemplo. Durante toda nossa vida recebemos feedback positivo quando falamos corretamente ou mostramos nossa sabedoria por algo que dissemos. Contudo, raramente somos elogiados por nossa capacidade de ouvir.
No entanto, vemos que cursos de audição são normalmente parte de treinamentos avançados em comunicação ou psicologia. Essa é uma constatação triste considerando a quantidade de pesquisas que agora estão disponíveis a respeito de valores da audição na construção de relacionamentos eficazes.

Ouvir requer muita atenção:
A maioria das pessoas tem dificuldade em se concentrar. De fato temos orgulho em fazer muitas coisas ao mesmo tempo, o que realmente impede a concentração. Você provavelmente sabe que uma pessoa normal pensa de quatro a cinco vezes mais rápido do que pode falar. Isso significa que temos a capacidade mental de pensar a respeito de mais de uma coisa de uma só vez e muitas pessoas fazem exatamente isso enquanto a outra está falando. Fazemos todos os tipos de coisas, planejamos as respostas, pensamos a respeito de nossa reunião com o nosso chefe, avaliamos o que a outra pessoa está dizendo, decidimos se concordamos ou não com suas opiniões.
Penso que as conversas seriam bem mais produtivas se simplesmente estivéssemos dispostos a ouvir e compreender o que o outro tem a dizer.

Nossas crenças distorcem o que ouvimos:
Nosso passado forma crenças que são os filtros através dos quais experimentamos a vida. Trazemos experiências anteriores para cada nova conversa. Mesmo quando encontramos uma pessoa pela primeira vez, trazemos nosso histórico de situações semelhantes. Isto cria um conjunto de filtros pré-determinados para nossa audição que, na maioria das vezes, distorcem a mensagem da outra pessoa. Já aconteceu comigo e deve ter acontecido com você de estar conversando com uma pessoa e ela lembrar de alguém que não lhe era muito simpático e você transferir a antipatia por ela lembrar essa pessoa. Por que isso acontece? Porque os ecos de nosso passado abafam o que está sendo visto e dito por nós.

Conflitos com a falta de comunicação:
Os conflitos são mais facilmente resolvidos quando as necessidades são identificadas. Chega uma hora que a pessoa mais defende a posição do "eu estou certo e você errado", passando a limitar outras opções que possam satisfazer tanto as suas, quanto às necessidades da outra pessoa. O problema é: investiram tanto esforço para defender uma posição que não querem parecer tolos ou que estão errados quando recuam.

O Elefante
Existe uma história circulando pela internet que fala de três homens cegos estudando um elefante. Quando solicitados a descreverem o elefante, um dos cegos, com os braços ao redor de uma das pernas do animal diz: "um elefante é como um tronco de uma arvore". Outro, segurando a tromba, diz: "o elefante é como uma cobra". E outro tateando a lateral larga do elefante, diz: "não, vocês estão errados. Um elefante é tão grande quanto à parede de um celeiro". "O problema todo é saber quem estava certo".
Na realidade, todos estavam certos em suas perspectivas pessoais e todos estavam errados sob as demais perspectivas. Muitos de nossos conflitos são semelhantes. Dentro de uma empresa, cada pessoa ou departamento tem uma visão limitada da situação global, apesar de defender sua posição como se fosse à única. Geralmente quando se chega a uma solução para o conflito, a idéia que não foi vencedora aceita o desfecho com má vontade e quase sempre com ressentimentos no relacionamento.
Uma solução boa para impasses é tentar obter o maior número de soluções possíveis antes de avaliar ou discutir qualquer uma. Evite, a todo custo, criticar ou avaliar as soluções da outra pessoa, uma vez que isso emperra o processo de decisão. Em vez disso escreva todas elas para uma revisão futura. Seria como um brainstorm na solução de conflitos.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade do título, dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/

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