sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Três frases que um líder jamais deve dizer

Não faça o que eu digo, faça o que eu faço – desde pequenos ouvimos dizer que a melhor forma de educar é dar como exemplo a sua própria atitude. Mas o que dissemos também tem peso na forma como você quer que as pessoas o vejam.
Uma grande liderança se faz com atitudes descomplicadas, e uma delas se refere ao que se fala aos colaboradores.
A seguir, veja os equívocos nas frases mais ditas em um ambiente de trabalho:
1 . “Não me traga surpresas. “
Quando se é pego de surpresa com uma situação ou evento não previsto, abalando com a estrutura da organização, a resposta pode não ser imediata. Não é agradável para ninguém, muito menos para um líder, que está lá porque têm todas as respostas – obviamente, isso não é verdade, em prática, mas espera-se que seja assim.
Com isso, muitos dizem essa frase (cujo sentido é o mesmo de “não me traga más notícias”) na intenção de resolver o essencial. Mas você acha que um bom negócio é sempre previsível, que jamais cairá uma bomba na sua mão sendo um líder? Estranho mesmo é se não cair. Pode significar que, para evitar levar tais surpresas, os colaboradores a resolvem de forma bem simples: varrendo-a para debaixo do tapete. Ou seja: questão de tempo dessa surpresa aparecer em versão bomba nuclear!
A dica é: experimente fazer o oposto. deixe claro aos funcionários que, ao menor sinal de problemas, avisá-lo. Controlar as coisas que não estão dando certo do início aumentam as chances de resolução do problema de maneira mais simples, sem tantos prejuízos.
2 . “Se você fosse um animal, qual seria?”
Perguntas pseudo- psicológicas para buscar algum tipo de informação relevante sobre a personalidade de um funcionário acrescenta em nada. Uma verdadeira compreensão da capacidade do candidato para fazer o trabalho é fazer perguntas relevantes ao trabalho que você está o contratando. Se você precisa saber a resposta de uma dessas perguntas irrelevantes por todos os meios, vá em frente . Apenas não confunda o que está acontecendo com uma entrevista de emprego eficaz.
3 . ” Não tome isso como pessoal. “
É mesmo? Você está falando, deixe-me ver … sim, sobre uma pessoa, sobre ele, sobre seu trabalho, sua vida , suas ideias , seu senso de competência , suas escolhas , seu esforço e você está dizendo para que ele não leve para o lado pessoal?
Que tal você dar para cada pessoa que trabalha com você um passe livre por uma semana para que eles digam o que eles pensam sobre você, sobre o que você diz, sobre o que faz, e dizer que não levará para o lado pessoal?
Se você não acha que o ato de trabalhar com os outros não é ‘pessoal’ , talvez seja melhor repensar sua carreira!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

18 coisas que não me arrependerei de fazer com minha esposa

TIM CHALLIES


 Há algumas semanas, eu compartilhei 18 coisas que não me arrependerei de fazer com meus filhos e o tempo que gastei escrevendo aquele artigo me fez pensar sobre os quinze anos de casamento com Aileen (e mais os três anos anteriores de namoro). Eu senti que seria correto pensar em outras 18 coisas e, dessa vez, eu faço essa lista em honra dela.
Aqui estão 18 coisas que eu sei que não me arrependerei de fazer com minha esposa.
1. Orar com ela. Demorou muito para nós dois começarmos a realmente orar juntos; mesmo agora, temos um longo caminho a percorrer. Contudo, eu tenho aprendido a importância de orar juntos e nunca me arrependo dos momentos que gastamos juntos diante do Senhor.
2. Sair com ela. Todos nós ouvimos centenas de vezes sobre como é importante continuar saindo, mesmo depois de casados. Isso é mais fácil falar que fazer quando os filhos são novos e exigem muita atenção, mas descobrimos que é muito mais fácil agora que os filhos são um pouco mais velhos. Eu nunca me arrependerei desses momentos a sós.
3. Servir com ela. Embora a maior parte do meu relacionamento com Aileen seja vivido cara-a-cara, nós sempre trabalhamos muito bem lado-a-lado. Nós já planejamos e executamos todo tipo de eventos e programas no passado, e inevitavelmente tornamo-nos mais próximos enquanto fizemos essas coisas. Eu nunca me arrependerei do tempo que gastamos servindo juntos.
4. Relembrar com ela. Alguns dos nossos momentos mais doces foram usados para contemplar memórias de dias passados – os diários ridículos que tínhamos quando namorávamos, as fotos do nosso casamento e as crianças quando eram pequenas. Relembrar é um prazer genuíno e nunca nos arrependeremos desse tempo junto, lembrando o que o Senhor fez e até onde ele nos levou.

Relembrar é um prazer genuíno e nunca nos arrependeremos desse tempo junto, lembrando o que o Senhor fez e até onde ele nos levou.

5. Liderá-la em amor. Estou convencido de que Deus me chamou para amorosamente liderar minha esposa. Esse tipo de liderança não me veio com facilidade, mas sei que há um preço alto a se pagar caso recuse a aceitá-lo. Eu nunca me arrependerei de liderar Aileen, quando eu lidero com o bem dela como meu objetivo e com Cristo como meu modelo.
6. Comprar-lhe flores. Estou casado há 15 anos e ainda fico encabulado de carregar um buquê de flores por um estacionamento. Mas as flores continuam especiais, ela continua amando e eu continuo adorando dar esse presente. Eu nunca me arrependerei de demonstrar amor dessa forma.
7. Pedir-lhe perdão. É uma realidade estranha e terrível que a pessoa a quem mais amo seja a pessoa contra quem eu mais peco. Eu tenho oportunidades ilimitadas de pedir seu perdão. Embora isso exija engolir meu orgulho, eu sei que nunca me arrependerei de pedir-lhe que me perdoe quando eu pequei contra ela.
8. Perdoá-la. É claro que isso acontece dos dois lados, e ela também peca contra mim. Como eu, ela pode lutar para pedir perdão. Assim, quando ela pede, eu nunca me arrependo de imediata e sinceramente perdoá-la e tirar aquela ofensa da minha cabeça.

É uma realidade estranha e terrível que a pessoa a quem mais amo seja a pessoa contra quem eu mais peco. Eu tenho oportunidades ilimitadas de pedir seu perdão.

9. Segurar sua mão. É fácil deixar que aquilo que costumava ser especial torne-se desinteressante e esquecido. Dar as mãos é um daqueles hábitos doces que podem ser perdidos muito rapidamente. Eu nunca me arrependerei de estender a mão e caminhar com ela de mãos dadas.
10. Planejar seu tempo livre. Aileen entrega muito de si para o lar e a família, mas tende a estar melhor quando tem um hobby para dedicar parte de seu tempo e de sua atenção. Eu nunca me arrependerei do tempo que usamos para planejar como ela poderia dedicar tempo para as atividades que ama.
11. Lavá-la com a Palavra. O livro de Efésios deixa claro que uma das alegres responsabilidades do marido é lavar sua esposa na água da Palavra de Deus. Enquanto nosso casamento prossegue, tenho visto mais e mais claramente o valor e a beleza de fazer exatamente isso. Eu nunca me arrependerei dos momentos que gastamos juntos, ouvindo de Deus por meio de sua Palavra.
12. Escutá-la. Eu sou rápido demais para dar minha opinião, criar desculpas, falar sem realmente ouvir e escutar. Mas estou aprendendo que nunca me arrependerei das vezes em que pacientemente ouvi e permiti que Aileen falasse sem interrupções, sem intervenções, sem que eu ficasse na defensiva.
13. Ler com ela. Se você quer conversar sobre compatibilidade dentro do casamento, bem, Aileen e eu somos bastante incompatíveis em relação aos livros que amamos ler. Mas, quando nós achamos um desses livros e quando nos comprometemos a lê-lo juntos, eu nunca me arrependo do tempo e do esforço.
14. Deleitar-se nela. Com todo pecado, estresse e tensão que a vida pode oferecer, é fácil perder aquele senso de admiração e deleite na dádiva que é uma esposa. Eu nunca me arrependerei de pensar sobre ela, agradecer a Deus por ela, e aumentar meu deleite nela.

É fácil perder aquele senso de admiração e deleite na dádiva que é uma esposa. Eu nunca me arrependerei de pensar sobre ela, agradecer a Deus por ela, e aumentar meu deleite nela.

15. Desfrutar de interesses em comum. Uma das primeiras coisas que fiz quando comecei a namorar Aileen foi aprender a gostar de tênis; este foi apenas o primeiro dos muitos interesses que aprendemos a desfrutar juntos. Eu nunca me arrependi de aprender a gostar de alguma coisa por causa dela e do nosso relacionamento.


16. Adorar com ela. Uma das minhas grandes alegrias na vida é adorar ao Senhor lado-a-lado com aquela pessoa que amo mais do que qualquer outra. Esta é uma pequena prévia do céu, apenas um vislumbre da eternidade, onde o adoraremos perfeitamente para sempre. Eu nunca me arrependo de priorizar a igreja e o culto com Aileen.
17. Viajar com ela. Nós amamos nossas férias em família, com nós cinco esparramados na praia ou espremidos em uma cabana. Mas Aileen e eu também encontramos grande benefício em férias a sós, sejam dois dias por perto ou uma semana longe de casa. Eu nunca me arrependerei de interromper a vida normal com esses maravilhosos momentos juntos.
18. Dizer eu te amo. Sim, mesmo o “eu te amo” pode tornar-se um hábito vazio em vez de uma declaração séria. Quando eu paro por apenas um momento, quando eu penso sobre o que estou dizendo, essa pequena frase ganha um sentido muito mais profundo. Eu nunca me arrependi e nunca me arrependerei de olhar Aileen nos olhos e dizer: “eu te amo”.

A alegria dessa lista é que eu poderia facilmente listar mais dezoito itens e outros dezoito mais. O Senhor me abençoou com muito mais do que mereço.

Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org | Original aqui

Pastores, Líderes ou Dominadores?



Pr. Narciso Montoto

Vivemos dias sombrios no que concerne a muitos que se chamam de líderes cristãos. Temos contemplado todos os dias templos cristãos sendo abertos não por direção divina, mas por mero orgulho e ganância dos homens. Meu intuito aqui não é falar sobre a abertura desenfreada de templos e ministérios cristãos, mas alertar a cristandade a respeito de seus líderes, trazendo o verdadeiro conhecimento por meio das Sagradas Escrituras do comportamento de um verdadeiro líder cristão em contraposição dos falsos líderes que tomam por título o nome de pastores com um único intuito: dominar completamente a vida daqueles que estão sob seus cuidados espirituais.
Existe um grande abismo entre muitos que lideram igrejas para com o paradigma de Cristo e dos apóstolos. Pastores que se acham no direito de conduzir a vida das pessoas a seu bel prazer. Homens cheios de carisma e boa oratória que nos seus devaneios se utilizam da Palavra de Deus para justificar suas extrapolações. Os mesmos amam a bajulação de seus membros, amam ser adorados e reverenciados por suas ovelhas. Acham-se no direito de gritar com as pessoas. Fato é que muitos que são membros de Igrejas se olvidaram que existe apenas um que é digno de louvor, adoração e veneração, a saber, Deus. Elas põem uma autoridade demasiada sob a vida de seus líderes, como se eles fossem literalmente vigários (substitutos) de Cristo na terra. Os falsos líderes corrompem a verdadeira pregação do evangelho se adequando ao que o povo quer e não a vontade divina. Os mesmos mentem, são falsos com as pessoas, só pensam neles mesmos, impõem suas vontades não levando em consideração a opinião dos outros e muito menos a apreciação divina retratada na Bíblia.
O mundo está repleto de pastores que dominam suas ovelhas emocional, financeiro e psicologicamente, e quase sempre estas atitudes trazem consequências catastróficas. Tais pastores ao invés de ensinarem a Bíblia e sua visão que esta centrada em Jesus Cristo impõe sobre seus liderados a sua própria visão pessoal de mundo. Suas visões na grande maioria das vezes são seguidas cegamente pelos membros de suas igrejas, afinal de contas é o “pastor” que detém os oráculos divinos, portanto acham eles que não podemos questionar suas decisões. Tudo isto se deve a uma má interpretação do versículo bíblico que nos diz para honrarmos nossos pastores, mas está longe de cogitação ter que aceitar tudo o que o líder faz ou fala, pois a Palavra de Deus que se encontra na Bíblia Sagrada deve ser nosso único manual de regra de fé e prática.
O apóstolo Pedro em sua primeira epístola nos diz: “Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória” (1 Pedro 5.1-4). O apóstolo Pedro nos concede diretrizes importantíssimas que devem conduzir os líderes cristãos no seu tratar com o rebanho de Deus: 1) ter cuidado dele não por força, mas voluntariamente (não devemos ser pastores por obrigação ou necessidade de dinheiro e reconhecimento, mas devemos ser pastores por vocação), 2) não ser ganancioso, 3) não dominar a igreja (os pastores não são os donos da igreja, são apenas servos a serviço de seu verdadeiro dono, a saber, Jesus Cristo) e 4) ser servo tanto de Deus quanto dos homens.
O verdadeiro líder cristão é aquele que serve a Cristo e não a ele mesmo. Ele é humilde e solicito. Ele toma por paradigma a seu Mestre e procura colocar em prática os ensinamentos de Cristo, pois assim diz as Escrituras: “... Aqueles que me servem não são assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve” (Lc 22.26 – Ênfase do autor). Nesta Perícope os discípulos arrazoavam qual deles deveria ser o maior ou o mais importante no Reino de Deus, é aí que Jesus quebra com os paradigmas do mundo que jazem no status e jactância dos homens mostrando através de suas palavras que para ser o maior no Reino de Deus deveríamos ser os menores no mesmo, já que Jesus sendo Deus não veio ao mundo para ser servido, mas para servir.
Tomando como paradigma a Jesus, notamos que o verdadeiro líder cristão não tem como metas pessoais ser reconhecido por seu trabalho aos olhos dos homens, não almeja por riquezas e muito menos por status social, ademais não se coloca acima das ovelhas do Senhor como se fosse superior ou mais importante do que elas.
Percebemos que o verdadeiro líder é um individuo temente a Deus e que procura acima de tudo colocar em prática o altruísmo sendo o seu desejo não ser servido pelas ovelhas, mas o de servi-las.
O verdadeiro pastor não é aquele que vive expulsando as ovelhas do aprisco quando as mesmas não concordam com sua visão de mundo ou com suas colocações, mas é aquele que deixa noventa e nove ovelhas no aprisco para buscar aquela que fugiu. O verdadeiro líder é aquele que direciona através de palavras que edificam e não aquele que impõe sua vontade. O líder autentico constituído por Deus é aquele que não se faz o cerne da Igreja, mas que delega funções entre suas ovelhas confiando nas mesmas, pois Cristo é o verdadeiro e único Cabeça da Igreja.
Que possamos saber distinguir aqueles que procuram glória para Deus e o fazem Seu guia daqueles que procuram glória para si mesmos. Todos somos ovelhas de Cristo, mas não nos esqueçamos de que existem os verdadeiros e falsos líderes cristãos. Não se deixe engodar por belos discursos e pela falsa espiritualidade, firmem-se nas Sagradas Escrituras, pois apenas ela pode nos direcionar. O verdadeiro líder preocupa-se com suas ovelhas, as ama, as admoesta e procura acima de tudo ensinar-lhes o que Cristo os ensinou. Honrem seus pastores, mas não se olvidem que honrar não significa segui-los cegamente.

Soli Deo Gloria!
Original em Missão Teologar

terça-feira, 19 de novembro de 2013

18 coisas que não me arrependerei de fazer com meus filhos

Por Tim Challies

Como a maioria dos pais, eu tenho aqueles momentos em que culpa e arrependimento me atingem como uma onda. Eu penso, então, em como boa parte do meu tempo como pai já passou e quão pouco resta. Meu filho mais velho tem treze anos. Ele já é um adolescente, restando-lhe apenas mais um ano até o ensino médio, somente oito anos até a idade que eu tinha quando saí de casa para me casar. Minhas meninas o acompanham de perto. Quando aquela onda se levanta, quando sinto que poderia afogar-me debaixo de toda aquela tristeza, às vezes, eu considero estas coisas das quais nunca me arrependerei.

Aqui estão 18 coisas que eu sei que não me arrependerei de fazer com meus filhos.

1. Orar com eles por eles. Fico perplexo com o fato de que uma das coisas que mais me intimida é orar com meus filhos. Não estou falando de orar com toda a família antes ou depois de uma refeição, mas orar com a minha filha por minha filha ou com meu filho por meu filho. No entanto, este tipo de oração permite-lhes perceber que estou preocupado com o que lhes preocupa e permite-nos unir-se em oração por essas mesmas coisas. Eu sei que preciso priorizar isso porque nunca me arrependerei de orar com eles por eles.

2. Ler livros para eles. Quando o verão torna-se outono, quando os dias ficam mais curtos e as noites esfriam, passamos muitas das nossas noites juntos na sala de estar, enquanto eu leio livros em voz alta. Nós lemos sobre o nosso caminho por este mundo, e por muitos outros, nós lemos sobre o porvir na história e sobre dias há muito no passado; nós conhecemos heróis e vilões, e experimentamos tudo isso juntos como uma família. Eu nunca me arrependerei de ler livros para os meus filhos .

3. Dar beijos de boa noite. Os dias se alongam e eu fico tão cansado. Na hora em que as crianças vão para a cama, às vezes estou tão desgastado que a última coisa que quero fazer é vê-los na cama e dar beijos de boa noite. Mas eu sempre me alegro por fazê-lo e, muitas vezes, descubro aquele momento em que as crianças estão mais abertas, mais ansiosas para falar, e mais ansiosas para ouvir. Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.
Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.

4. Levá-los para a igreja. Há tanta alegria em estar juntos na igreja como família, adorar juntos o Senhor e juntos ouvir sobre ele em sua Palavra. Eu não levo meus filhos à igreja para que eles possam aprender boas maneiras ou serem pessoas melhores, eu os levo à igreja para que possam saber quem são, para que possam aprender sobre quem é Deus, e para que possam encontrar e experimentar a graça. Eu nunca me arrependerei de priorizar a igreja.

5. Levá-los para tomar café da manhã. Uma tradição muito amada em nossa família é levar meus filhos para tomar café nas manhãs de sábado – um deles por semana. É uma tradição que perdi, mas voltou, perdi novamente e voltou mais uma vez. É uma tradição que vale a pena manter. A despesa de 10 ou 20 dólares e o tempo que leva nada são em comparação com o investimento em suas vidas. Eu nunca me arrependerei dos nossos cafés da manhã com o papai.

6. Deixar meus amigos serem seus amigos. Adoro quando meus filhos fazem amizade e tornam-se amigos dos meus amigos. Eu quero que meus filhos tenham amigos mais velhos e mais sábios do que eles e amigos que possam ajudá-los nas áreas em que sou fraco. Eu nunca me arrependerei de incentivar meus amigos a serem amigos deles.

7. Fazer devocionais em família. Devocional em família é uma disciplina difícil de manter, especialmente quando as crianças ficam mais velhas e têm mais lição de casa e responsabilidades. Mas, nós nos comprometemos, nos re-comprometemos e perseveramos, porque estes são momentos preciosos – apenas alguns minutos juntos para ler a Bíblia, para falar sobre o que ouvimos e para orar. Eu sei que nunca me arrependerei de um único momento buscando o Senhor juntos.

8. Discipliná-los. Eu odeio disciplinar meus filhos, eu odeio ter que discipliná-los. Contudo, estou absolutamente convencido de que se recusar a discipliná-los é recusar-se a amá-los e respeitá-los. O privilégio revogado, a conversa severa, o tempo gasto sozinho em seu quarto – essas coisas são vistas como ódio no momento, porém, percebidas como amor mais tarde. Eu nunca me arrependerei de disciplinar meus filhos com amor.

9. Fazer coisas especiais. Grande parte da vida é vivida em situações cotidianas e o amor normalmente é demonstrado no dia-a-dia. Mas também há valor no jogo à tarde, na noite de balé, as viagens com o papai. Eu nunca me arrependerei de fazer essas coisas especiais com meus filhos.

10. Pedir perdão. Eu tenho mais dificuldade em pedir desculpas aos meus filhos do que a qualquer outra pessoa. Em algum lugar lá no fundo da minha mente, eu estou convencido de que desculpar-me com eles é revelar fraqueza; mas, nos meus melhores momentos, eu sei que pedir desculpas a eles – pedir perdão quando pequei contra eles – é honrar a Deus e a eles. Eu nunca me arrependerei daquelas vezes em que já pedi perdão a eles.

11. Perdoá-los. Minha grande fraqueza é um dos grandes pontos fortes dos meus filhos. Quando eles pecam, quase sempre são rápidos em buscar o meu perdão. Eu nunca me arrependerei de sincera e imediatamente conceder o perdão que eles pedem.

12. Amar a mãe deles. Eu sei que a estabilidade de uma mãe e um pai que estão firmemente comprometidos um com o outro traz estabilidade para toda a família. Eu posso amar meus filhos ao assegurar-lhes o meu amor por sua mãe por meio das minhas palavras, atos e afeição. Eu nunca me arrependerei de regularmente reafirmar o meu amor pela mãe deles.

13. Identificar a graça de Deus. Enquanto meus filhos fazem suas profissões de fé e começam a crescer em piedade , tem sido uma alegria ver a graça de Deus em suas vidas. Estou aprendendo a contar-lhes o que eu observo, a elogiá-los por isso, e apontar para Aquele que fez tudo. Eu sei que nunca me arrependerei de identificar esse tipo de graça em suas vidas.

14. Expressar afeto. Gosto de andar de mãos dadas com as minhas filhas e adoro abraçar o meu filho antes de ele ir para a escola. Esta afeição física os faz sentirem-se seguros e amados ao ensinar limites e toques apropriados e platônicos. Eu nunca me arrependerei de continuamente expressar afeto físico.

15. Planejar pequenas surpresas. Os pequenos e ocasionais presentes de quando eu volto para casa depois de uma palestra, uma rosa para minhas meninas enquanto eu compro um buquê de flores para a mamãe, o jantar no McDonalds sem qualquer motivo especial. Eu nunca me arrependerei de planejar e a executar essas pequenas surpresas especiais.

16. Dar-lhes toda a minha atenção. Eu quase sempre tenho um dispositivo eletrônico à mão e, muitas vezes, tenho dois ou três deles. É tão fácil interromper uma conversa a cada zumbido ou bip, quebrar o contato visual e perder a concentração. Eu sei que eu nunca me arrependerei de dar aos meus filhos toda a minha atenção quando eles têm algo a dizer.

17. Conduzir ao evangelho. O evangelho não é apenas uma porta de entrada para a vida cristã, mas a própria fonte de esperança e alegria na vida cristã . Precisamos voltar ao evangelho continuamente, precisamos do evangelho todos os dias. E eu nunca me arrependerei de conduzir meus filhos ao evangelho.

18. Dizer-lhes “eu te amo”. Eu amo profundamente meus filhos e posso demonstrar esse amor de cada uma das maneiras que listei acima. Mas, quando eles vão para a escola, quando eles saem com os amigos, quando me ligam do escritório, quando usamos o Skype à distância, eu nunca me arrependerei de dizer-lhes novamente: “Eu te amo”.

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Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org | Original aqui.

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