quinta-feira, 13 de março de 2014

Conselhos Práticos e as Diferenças no Discipulado de Homens e Mulheres


Deepak Reju
Débora me chamou na sexta-feira porque estava passando por um momento difícil em seu casamento. Como muitos pastores, eu regularmente apago incêndios como esse. Eu conversei e orei com ela, e depois liguei para o seu marido para conversar sobre a situação.
Há mil questões nas quais tenho que meditar quando pastoreio João e Débora (que não são seus nomes verdadeiros). Eu invisto mais tempo em João e indico a Débora uma mulher piedosa? Eu encontro ambos para aconselhamento conjugal? Devo encontrar com Débora e, se sim, qual é a minha responsabilidade pastoral para com ela?
Mas não são apenas questões práticas com as quais preciso lutar em uma situação como essa. Em um nível mais básico, como o ensino bíblico sobre homens e mulheres fundamenta meu trabalho pastoral?
“Complementarismo” é um termo para o ensino bíblico que chama homens a uma liderança sacrificial tanto em casa quanto na igreja, e chama mulheres a alegremente se submeterem à mesma liderança. Este curto artigo discorre sobre como o complementarismo afeta os detalhes práticos do aconselhamento e do discipulado. Duas questões definirão a nossa discussão: 1) Em que um pastor precisa pensar ao discipular e aconselhar um homem? 2) Em que um pastor precisa pensar ao discipular ou aconselhar uma mulher?
Pensamentos sobre o pastor discipulando homens
O que um pastor precisa ter em mente quando discípula e aconselha homens?
Uma visão bíblica para o discipulado masculino
Comecemos com uma visão bíblica para discipular homens: devemos encorajar a semelhança com Cristo através de discipulado pessoal. Homens cristãos mais velhos devem deliberadamente investir em homens cristãos mais jovens, encorajando seu crescimento espiritual (Tt 2.1).
Nossa visão bíblica pode ser expandida em duas maneiras específicas: 1) devemos encorajar homens a amar a Palavra de Deus (Sl 1.2; Js 1.8) e a amar o povo de Deus (Ef 4.11-16); 2) devemos encorajar os homens a uma liderança forte, sacrificial e servil no lar e na igreja. Homens são chamados a olhar para Cristo, imitando o seu serviço sacrificial que concede vida (Ef 5.21-33).
Estratégia prática para o discipulado masculino
Movendo da visão para a estratégia, vale a pena notar que pastores frequentemente negligenciam o desenvolver de fortes homens líderes na congregação, porque usam o seu tempo e energia defensivamente. A tirania da urgência governa as suas agendas. Eles permitem que seu tempo seja gasto de maneira reativa a várias crises, ou preparando lições, sermões e eventos para o domingo seguinte. Como resultado, muitos pastores não têm estratégia de longo prazo para cultivar liderança masculina na igreja e em casa. Como conseguimos tal estratégia?
Comece com pouco. Escolha poucos homens que têm o potencial para ser bons líderes e organize almoços regulares com eles. Seja proativo em construir um relacionamento com esses homens. E, se você tem uma equipe de liderança, encoraje-os a fazer o mesmo.
Discipular homens é extremamente importante. Como pastor, você deve ser exemplo para outros nisso. Mas se você quer mais resultados, você pode considerar desenvolver um grupo de discipulado masculino que ajude os homens a pensar teologicamente a respeito de tudo na vida. Escolha bons recursos teológicos que ajudem os homens a aplicar teologia a questões como casamento, comunicação, finanças, sexo, paternidade, trabalho secular, etc. Você pode encontrar um bom exemplo desse tipo de desenvolvimento de liderança no livro do pastor Mike McKinley Plantar Igrejas é Para os Fracos (veja o capítulo sete).
Pensamentos sobre o pastor discipulando mulheres
Se pastores deveriam discipular homens para serem líderes no lar e na igreja, como isso difere de discipular mulheres?
Uma visão bíblica para o discipulado feminino
Comecemos novamente com uma visão bíblica. Assim como com os homens, os pastores deveriam buscar encorajar uma maior semelhança com Cristo em discipulado pessoal, só que nesse caso, as mulheres devem fazer a grande maioria desse discipulado. No curso normal dos relacionamentos na igreja, os homens devem discipular homens e mulheres devem discipular mulheres. Então encoraje cristãs mais velhas a investir nas cristãs mais novas, ajudando-as a crescer espiritualmente, o que é precisamente o que Paulo manda Tito a fazer, ou seja, instruir as mulheres em sua igreja (Tt 2.3-5).
Como, então, um pastor (que é homem) deveria pensar sobre conhecer, cuidar e pastorear as mulheres em sua congregação?
Se pensamos em discipulado como orientação de longo prazo deliberada, não parece sábio que um pastor discipule uma mulher (por exemplo, encontrando-se com ela semanalmente ao longo de um ano). Nós devemos reservar esse tipo de orientação espiritual intensa para relacionamentos de gêneros específicos. Nos resta, então,o aconselhamento, que é uma atividade  de curto prazo.
Embora alguns argumentem que pastores nunca deveriam aconselhar uma mulher, isso não parece estar em concordância com o que a Escritura diz sobre o pastor conhecendotodas as suas ovelhas (At 20.28; Jo 10.12, 16), e o exemplo específico que Jesus define para nós. Em João 4, Cristo tem uma conversa muito pessoal com uma mulher samaritana, entre os dois somente. Pastores precisam sim pastorear pessoalmente as mulheres em suas congregações.
Quais são algumas das coisas específicas que os pastores deveriam encorajar as mulheres a fazer? Pastores devem encorajar o amor delas pela Palavra e pela igreja, o respeito pela autoridade, o desejo de tornar o lar primário (mesmo que elas trabalhem fora de casa) e o crescimento em evangelismo pessoal. Para mulheres casadas, os pastores devem encorajar a suscetibilidade à liderança do marido. Para mulheres solteiras, os pastores devem encorajá-las a seguir a autoridade piedosa na igreja, especialmente quando seu pai não está envolvido espiritualmente em sua vida.
Ainda assim, os pastores devem primariamente buscar pastorear mulheres nesses caminhos através da capacitação de mulheres na congregação para discipular outras mulheres. Como pastores podem facilitar e construir essa cultura de mulheres discipulando mulheres?
Estratégia prática no discipulado feminino
Para construir uma cultura na igreja que encoraja o discipulado entre mulheres, os pastores devem ensinar sobre a importância do discipulado sempre que isso naturalmente surgir na Escritura durante uma série de sermões nos domingos. O objetivo nisso é encorajar as mulheres mais velhas da igreja a discipular as mais jovens.
Podemos também ensinar sobre discipulado em outros locais. Por exemplo, na minha igreja nós regularmente oferecemos um seminário no sábado sobre discipulado para ajudar novos membros a pensar em como serem discipulados e em como discipular outros. Também oferecemos uma classe de EBD de três meses de duração sobre discipulado todos os anos. Na última vez que ensinamos na classe, eu abordei várias mulheres mais velhas na igreja e as encorajei a participar. Ensino e modelo ajudam a construir uma cultura na igreja que leva a sério o discipulado.
Essas são algumas maneiras de construir uma cultura de discipulado, mas como o pastor pastoreia pessoalmente os membros do sexo feminino? Obviamente, haverá diversas oportunidades para fazer reuniões de aconselhamento em grupo, onde o pastor fornece conselhos gerais e aconselhamento bíblico para os problemas diários da vida.
Se o problema requer mais do que uma reunião, o pastor tem que julgar quando o aconselhamento de curto prazo precisa passar a ser um discipulado de longo prazo. Mas antes que as coisas sequer alcancem esse ponto, muitos pastores precisam parar de se reunir por causa das pressões de suas agendas cheias. Ao invés de eles mesmos se reunirem com as mulheres, eles sabiamente conectam o membro do sexo feminino com outra pessoa na igreja (como um membro feminino da diretoria, a esposa do pastor ou uma mulher mais velha na congregação) ou alguém de fora que possa ajudar (como uma conselheira local ou uma organização paraeclesiástica que seja especializada em questões como violência doméstica).
Para aconselhar mulheres sabiamente, os pastores precisam criar alguns limites:
  1. Limite o número de reuniões que você tem com qualquer mulher. Você deve ser cuidadoso para não alimentar uma dependência emocional do pastor. Especialmente, no caso de mulheres em maus casamentos, você não deve ser um substituto emocional ou espiritual de seus maridos.
  2. Seja muito, muito cauteloso com mulheres emocionalmente dependentes. Mulheres muito necessitadas anseiam por encontrar um homem que deem atenção a elas, e pastores frequentemente possuem um ouvido compreensivo e são bons ouvintes. Embora você deva sim oferecer aconselhamento gentil e piedoso, você não deve alimentar intimidade ou dependência emocional errôneas.
  3. Sempre que possível — dependendo da situação de sua família — inclua a sua esposa.
  4. Certifique-se de fazer o aconselhamento em um gabinete onde você seja sempre muito visível. Coloque a sua cadeira na linha de visão daqueles fora do gabinete. Se a porta do seu gabinete não tiver vidro, substitua por uma que tenha.
  5. Faça aconselhamento com mulheres apenas durante horário comercial, para que a secretária da igreja ou outros funcionários estejam presentes no prédio da igreja. Nunca fique sozinho com uma mulher na igreja para que você seja sempre irrepreensível (1Tm 3.2).
  6. Se possível, posicione a mesa da secretária próximo à porta do seu gabinete.
  7. Alguns pastores preferem manter a porta escorada levemente aberta (ou totalmente aberta), certificando-se de que, caso a secretária ouça a conversa, mantenha o sigilo.
  8. Não faça aconselhamento em uma parte isolada da igreja, mas em algum lugar onde haja bastante movimento, com pessoas passando constantemente.
  9. Certifique-se de que pelo menos um membro da diretoria conheça (ou pelo menos tenha acesso à) sua agenda. Se ninguém mais sabe o que você está fazendo, há mais potencial para você esconder coisas.
  10. Certifique-se de que você tenha uma prestação de contas regular com outro pastor ou líder em sua igreja, o que inclui conversar sobre as suas mais difíceis situações de aconselhamento.
O privilégio de pastorear o rebanho de Jesus
Que privilégio imenso é ser um pastor auxiliar de Jesus. Quer sejam homens ou mulheres, esperamos cuidar bem das ovelhas confiadas ao nosso cuidado. Pastores, aprendam com o exemplo de Cristo: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (Jo 10.11).
Tradução: Alan Cristie
Original em: Fiel
Deepak Reju
AutorDeepak Reju
Deepak Reju é pastor auxiliar na Capitol Hill Baptist Church em Washington, DC. Reju serve na área de aconselhamento e famílias.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Precisa-se de Líderes que liderem

Ednilson Correia de Abreu

Parece uma contradição o tema deste artigo, mas não é, pois existe um tipo de líder que tem o cargo ou a função de líder, mas na verdade, nos momentos em que ele precisa provar a sua liderança fazendo aquilo a que ele é chamado a fazer, ele simplesmente se esconde, desaparece, intimidade-se e se torna omisso e inoperante.
Temos assistido esta cena em nosso país. O caos aéreo serve como um exemplo clássico dessa realidade. Temos uma série de instituições, a começar do próprio presidente, ligadas ao setor. Cada instituição com os seus respectivos líderes, mas até agora nenhum destes se mostrou capaz de dar uma resposta adequada, assumindo sua liderança, trazendo àqueles que dependem de sua direção uma visão de solução para toda esta realidade terrível que vivemos nessa área.

Uma série de erros destes líderes têm se somado sistematicamente, levando até mesmo a perda de vidas.

Temos assistido apenas a desculpas esfarrapadas, desinformação, contradições, atitudes esdrúxulas e a falta de ações relevantes e concretas que tragam alguma esperança ou mesmo solução para o problema, pois se o sistema de navegação e transporte aéreo funciona em outros países, com um tráfego maior do que o nosso, por que não tem funcionando no Brasil?
Faltam líderes, pessoas certas para os lugares certos, fazendo as coisas certas. Sabemos que os verdadeiros líderes se revelam nos momentos de crise, nos momentos decisivos da vida. O contrário também é verdade, se alguém está exercendo a função de liderança em algum setor, mas não é líder de verdade, será reprovado na hora da crise, pois lhe faltarão os recursos para demonstrar sua capacidade de liderar o povo através dos tempos difíceis. Uma liderança não pode ser mantida baseada apenas em títulos acadêmicos, conchavos políticos ou pela verbosidade daquele que se diz líder, mas sim por atitudes reais que sejam capazes de conduzir aqueles que estão na dependência da liderança por um caminho que vislumbre uma luz ao final de tudo.
Ainda usando o caos aéreo como exemplo, de todas as instituições envolvidas diretamente com o problema nenhum líder foi capaz de se levantar e assumir suas responsabilidades, ficando um esperando ou empurrando o peso para o outro, a ponto de um assessor direto do presidente dentro do palácio presidencial se regozijar obscenamente com o fato de saber que aparentemente a tragédia de Congonhas poderia ter tido um razão mecânica e não estrutural, ligada diretamente ao governo. Esquecendo-se ele de que ainda que isso fosse verdade, não isenta o governo de suas responsabilidades sob uma situação que é muita mais ampla e caótica do que uma peça defeituosa em um avião, e que entre outras razões se deve a falta de liderança adequada do governo e suas instituições do setor aeroportuário.
Em síntese, tem faltado um líder de verdade, alguém que se levante diante da nação e assuma o peso dos erros, encare as responsabilidades e que busque e apresente soluções reais, independentemente de seu custo político ou financeiro, pois o que tem estado em jogo são vidas humanas e estas não têm preço. Em tudo isso fica também para todos nós, entre tantas lições, o exemplo de como não ser líder. Líder é aquele que lidera e que lidera principalmente nas horas críticas, nas horas de pânico, de terror, de caos. Líder é aquele que é capaz de se levantar no meio da fumaça e dizer vamos por ali, e segue na frente de todos.
Em qualquer estância ou nível de liderança a essência da liderança é a mesma. Portanto, em qualquer lugar as pessoas estão sempre esperando que alguém possa assumir liderança sobre elas. O mundo é assim e a história nos ensina isso.
Um bom exemplo bíblico dessa verdade encontra-se na história de Davi. Um dia ele juntou um grupo de homens, até então marginalizados, e assumiu a liderança sobre eles. A Bíblia diz: “Davi fugiu da cidade de Gate e foi para a caverna de Adulão. Quando seus irmãos e a família de seu pai souberam disso, foram até lá para encontrá-lo. Também juntaram-se a ele todos os que estavam em dificuldades, os endividados e os descontentes, e ele se tornou o líder deles. Havia cerca de quatrocentos homens com ele (2 Samuel 22.1-2)”.
Em 1 Samuel 30 encontramos um relato maravilhoso de como Davi foi capaz de, ao mesmo tempo em que sofria a dor e a pressão das circunstâncias, liderar os homens e ver a situação mudar. Seu segredo está na afirmação do final do verso 6: “Davi, porém, fortaleceu-se no SENHOR, o seu Deus.”
Davi enfrentou batalhas, incompreensões, inadequações e fraquezas pessoais, assumiu a sua parte. Mas Davi dependeu de Deus, andou na presença do Senhor. Deus o capacitou e ele transformou um grupo problemático e estigmatizado em conquistadores. Tornou-se rei e edificou um reino forte e estável em um tempo caracterizado pela instabilidade. Ele pagou um alto preço, mas assumiu sua missão de liderar em momentos decisivos.

Mais do que nunca, em todas as esferas da vida, precisamos de líderes que liderem.

Você tem sido um líder que lidera?

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.comhttp://ads.tt/U978

Caráter e Liderança

Oswaldo Luiz Gomes Jacob

Os substantivos caráter e liderança têm tudo a ver.
Caráter significa "um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo ou de um grupo. É um feitio moral. É a firmeza e coerência de atitudes". A verdadeira liderança é exercida com o caráter. Sem caráter, é ditadura. Sem caráter é impostura. O caráter define o líder. Jesus exerceu a Sua liderança com autoridade, baseada no Seu caráter, na Sua integridade. Havia coerência entre o que Ele falava e praticava (Mt 7.29). Os escribas e fariseus eram líderes sem caráter. Na vida deles palavras e ações eram desconexas. Jesus os diagnosticou como "sepulcros caiados", ou seja, bonitos por fora, mas podres por dentro.
Exercer a liderança cristã é fazê-lo com a coerência de Cristo Jesus. Ter dignidade. Agir com honestidade, lisura. É dizer sempre a verdade em amor como o Senhor Jesus Cristo fazia excelentemente bem. É ter as características das bem-aventuranças (Mt 5.1-12). O caráter e a coerência de José
Quando olhamos atentamente para a liderança de José do Egito podemos observar o seu caráter íntegro a toda a prova. Um jovem que sofreu nas mãos de Potifar e sua mulher, mas aprendeu com o Senhor grandes lições. Ele percebeu, por um discernimento dado pelo Senhor, que tudo o que ele passou foi de grande valia para o seu povo e para si, deixando também um legado para as outras gerações. Quando ele se revela aos irmãos que o haviam vendido para os mercadores ismaelitas (Gn 37.27,28), disse: "Agora, não vos entristeçais nem guardeis remorso por me terdes vendido para cá; pois foi para preservar vidas que Deus me enviou adiante de vós. Porque já houve dois anos de fome na terra, e ainda restam cinco anos sem lavoura e sem colheita. Deus enviou-me diante de vós, para vos conservar descendência na terra e para vos preservar a vida com um grande livramento" (Gn 45.5-7).
Ele já era o Governador Geral do Egito, abaixo de Faraó. Este testemunho de José me fascina. Um líder autêntico, sem remorso, ressentimento, amargura, mas resolvido, consciente dos propósitos sábios de Javé. José era um líder absorvido pela santidade e fidelidade de Deus. José é um exemplo de coerência ou caráter na liderança. O líder coerente é aquele que tem caráter. Tem palavra. Age como Jesus ensinou: "sim, sim; não, não" (Mt 5.37).

Não podemos divorciar liderança do caráter.
Se queremos ser usados como líderes cristãos e deixarmos um legado que faça toda a diferença, precisamos imitar José. Ser líder é pagar o preço de uma vida de integridade a toda a prova. O líder cristão ora, planeja com os seus liderados, delega responsabilidades, acompanha ou avalia a execução e aprende as lições de todo o processo. Ele vislumbra os resultados coerentes com o caráter de Deus na sua liderança e, como servo, aprende no contexto do Seu Reino. Uma liderança que cresce no solo da transparência tem conteúdo denso para repartir.
Então, não podemos divorciar liderança do caráter. É como uma moeda com dois lados ou como dois papéis colados um no outro. A liderança cristã é eminentemente estigmatizada pelo caráter íntegro, formado na cumplicidade com o Senhor Jesus Cristo, que é maior do que José.
O verdadeiro líder cristão é alguém firme em suas convicções, solidário, empático, servo, encorajador, transparente, resiliente e aglutinador em amor. Ele alinha a equipe em torno de um projeto nobre, catalisador e que beneficiará muitas pessoas. O líder comprometido com Cristo tem prazer em servir às pessoas com profundo amor, se interessando por elas, sua história, e as valorizando, as encorajando e orientando dentro de propósitos que exaltarão a Deus. Vale muito a pena ser um líder de caráter para a Glória de Deus!

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/http://ads.tt/U96L

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