sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Como liderar de forma eficaz?

Confira 10 dicas para tornar sua liderança mais eficiente.
As afirmações “Nasceu para ser líder”, ou mesmo “Você é um líder nato” já são passado, pois assim como competências, a liderança também pode ser desenvolvida. Algumas características compõem as qualidades comuns a boa parte deles, que são: a alta dose de criatividade, a grande capacidade de motivar pessoas e desenvolver-lhes o potencial, a concentração e pró-atividade em fazer o trabalho bem feito, e uma crença inabalável nos resultados positivos, sem receio de possíveis fracassos.
Para adotar essas competências a sua liderança, Ernesto Artur Berg, consultor de empresas e especialista em desenvolvimento organizacional, traz algumas dicas de como ampliar algumas práticas e atingir uma liderança eficaz. Confira:

Seja objetivo - Um dos aspectos marcantes da liderança é saber definir claramente os objetivos a serem atingidos e adotar uma atitude positiva que demonstre a crença de que eles serão realizados.

Saiba compreender os outros - Uma característica do líder eficaz é a capacidade de colocar-se no lugar do outro, ou seja, a empatia, mesmo que ele não concorde com as ideias do outro.

Seja flexível - O líder versátil deve ter alta flexibilidade de estilo ao comandar pessoas. Para cada pessoa, adote o estilo de liderança que melhor se adapte às características dela.

Use a autoridade da forma correta - O uso da autoridade é uma prerrogativa exclusiva da chefia, pois liderança e autoridade são as duas faces de uma mesma moeda. Todo líder possui autoridade – formal ou não -, mas nem toda pessoa munida de autoridade é líder.

Tenha maturidade de comportamento - Muitos gestores têm comportamento imaturo, com frequentes mudanças de humor, mudanças de ideias e de objetivos. Tenha uma atitude madura, confiante e positiva, dando segurança aos colaboradores, quanto às suas ideias e comportamento. Todo chefe que é líder tem um comportamento estável e previsível.

Seja um exemplo para os outros - Como líder você está sempre na vitrine e – quer queira ou não – está exposto aos olhares das pessoas; por isso mesmo, suas atitudes, suas decisões, sua postura, a maneira pela qual se conduz, influenciam seus liderados mais a eles do que qualquer instrução que você possa. Por isso, dê o exemplo.

Mantenha-se atualizado - Mantenha-se a par dos eventos de seu campo de atuação. Participe de treinamentos, seminários, congressos, palestras e eventos similares que o atualizem com as novas técnicas de gerenciamento.

Exija dedicação - Empenhe-se pessoalmente e dê as melhores condições para que o seu pessoal produza com motivação e confiança. Demonstre seu interesse por eles e, ao mesmo tempo, mostre o tipo de dedicação você espera de cada um.

Desenvolva o trabalho de equipe - Estabeleça planos de desenvolvimento profissional para cada um de seus colaboradores e faça com que todos se auxiliem mutuamente. Sempre que possível, estimule projetos ambiciosos e faça com que os resultados seja fruto de um trabalho em conjunto, e não apenas individual.

Conheça bem o seu pessoal - Você só poderá ser um bom líder se conhecer o seu pessoal e saber a real capacidade de cada um, por isso, conheça as habilidades, os talentos, as aspirações profissionais e deficiências de cada colaborador.

Publicado em Revista Melhor

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Curso de Liderança Cristã "O Especialista da Toalha" - Apresentação



terça-feira, 18 de novembro de 2014

Elefantes brancos e os projetos


Guilherme Ávilla Gimenez

Com certeza, você já deve ter utilizado a expressão "elefante branco", principalmente em relação a alguma obra pública, cujo investimento financeiro não dá retorno algum à sociedade. Mas, você sabe de onde vem essa expressão idiomática? Para entender de onde vem "elefante branco", precisamos viajar para o sudeste asiático, onde encontramos elefantes albinos - considerados sagrados - principalmente em Laos, Tailândia, Myanmar e Camboja. Para os moradores dessa região, o elefante albino trazia paz e prosperidade e, por esse motivo, os governantes os tinham em sua propriedade, mas também os presenteavam aos seus cidadãos favoritos. Para os governantes sustentarem tais animais não era problema. Mas, para alguns que os recebiam de presente, o elefante se tornava um grande estorvo, principalmente pela despesa.
Os elefantes eram protegidos pela lei religiosa e não poderiam ser utilizados para o trabalho, de modo que serviam unicamente de enfeite. E que enfeite caro! Um elefante chega a consumir 150 quilos de alimento por dia e bebe 110 litros de água. E isso por aproximadamente 50 anos. Quando alguém ganhava um elefante branco, já sabia que, dali para frente, teria enormes gastos, que, em geral, não se justificavam pelos supostos favores espirituais que o animal poderia trazer. Daí a expressão ‘elefante branco', que serve para identificar tudo aquilo que se torna um consumidor de recursos sem um retorno satisfatório.

Elefantes brancos na liderança
Na liderança, precisamos ter cuidado para não construirmos, comprarmos ou recebermos "elefantes brancos". Todo líder, na ansiedade de fazer algo grande, corre o risco de um alto investimento em algo cujo retorno pode simplesmente não existir. Vivemos momentos de escassez de recursos, todos estão diminuindo seus gastos, e não há como implementarmos projetos que se tornarão, em tempo curto ou médio, verdadeiros "elefantes brancos". E isso vale até para a família e projetos pessoais.
Quem nunca ouviu a história daquela pessoa que sonhava em ter uma casa na praia, um carro mais caro ou um apartamento maior? Pouco tempo depois, a pessoa estava diante de um "elefante branco" e, em vez de aproveitar o bem adquirido, não via a hora de se desfazer dele. E aí temos a origem de mais uma expressão idiomática: "duas alegrias: uma quando compra e outra quando vende". A questão é que alguns "elefantes brancos" não podem ser simplesmente vendidos. Alguns se tornaram patrimônio emocional de um grupo, equipe ou corporação. Não se pode simplesmente se desfazer dele, pelo menos de maneira rápida. Então, é melhor pensar bem antes de permitir que o ‘elefante' seja comprado, recebido ou construído.

Elefantes e os projetos
É aí que entra uma matéria muito importante da gestão de projetos, a avaliação de risco. Será que vale a pena fazer tal coisa? Implementar esse ou aquele projeto? E os custos que virão quando o tivermos em funcionamento? Avaliar riscos é fundamental para não termos prejuízos que venham inviabilizar outras ações e até projetos mais importantes para a família, empresa ou sociedade em geral.
E o que fazer depois de ter um "elefante branco" na empresa ou em casa? A única alternativa é desmistificá-lo, torná-lo rentável e prático para o uso. Em um primeiro momento, isso será difícil, visto que há todo um imaginário ‘religioso' associado a ele. Mas ou o desmistificamos ou o veremos morrer de fome... Ou, então, nós morreremos de fome, diante do consumo dos quilos, litros e reais que um ‘elefante' consumirá em cada período. O que preferimos?
Temos exemplos de grandes empreendimentos sendo reinventados em sua função e utilidade. Projetos sendo redimensionados a fim de gerarem pelo menos sua autossustentabilidade.
Todo líder terá de fazer algo em relação aos "elefantes brancos" que estão diante de si. Alguns, em sua própria casa. Outros, em sua empresa. E alguns deles, já considerados até ‘membros da família'. Que tal fazer uma lista de todos eles e começar a tratá-los de um modo mais racional e prático, considerando todas as possibilidades razoáveis, moralmente corretas e inteligentes? Quem sabe a "segunda alegria" venha rápido e solucione grande parte de seus problemas atuais.

(*) Guilherme Ávilla Gimenez
É Técnico em Administração de Empresas. Graduado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (Rio de Janeiro), com Mestrado em Ciências da Religião pela UMESP (São Bernardo do Campo) e Doutorado em Teologia pelo ITEPAR (Paraná).
Também é pós-graduado em ministério pastoral pelo Seminário Teológico de Dallas (USA). MBA em Gestão de Projetos pela UNICESUMAR. Cursou Capelania no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Fez vários cursos nas áreas de Técnicas de Gerência de Projetos, Gestão de Pessoas (Fundação Getúlio Vargas) e Curso de Liderança Avançada - Emerging Leadership Iniciative (Reconhecido pela Universidade Cornell - Estados Unidos) - Austin/TX
Foi Conselheiro da Convenção Batista do Estado de São Paulo, Relator do Conselho de Ação Social da CBESP, Secretário da Junta de Missões Mundiais da CBB e Conselheiro da Convenção Batista Goiana. É docente da Faculdade Teológica Batista de São Paulo e articulista da Editora Vida Nova no Site Teologia Brasileira. Atualmente é Conselheiro da Convenção Batista do Estado de São Paulo.
É Pastor da Igreja Batista Betel em São Paulo e conferencista nas áreas de Liderança e Espiritualidade. Semanalmente publica artigos de liderança no site www.prgimenez.net .

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Liderança capacitadora

Jómarson Dias

Nenhuma igreja que quer crescer pode negligenciar a primeira marca de qualidade: Liderança capacitadora. Preste atenção que o termo não é liderança “capaz”, mas “capacitadora”.
A diferença é simples: – “liderança capaz” dá a entender que você tem um líder cheio de autoridade, capacitado em todas as áreas e com uma grande visão. Este líder só precisa de alguns liderados que o ajudem a colocar sua visão em prática.
Em algumas igrejas essa figura é real e às vezes ele é chamado de “dono da igreja” – esse tipo de líder não é tão raro. Até há quem diga que ele contém um modo de liderar eficiente: de uma lado o líder/”dono da igreja” com grande visão, de outro lado a infantaria de membros, que são dóceis à disposição do líder todo-poderoso na implementação do sonho da sua vida.
A igreja tem a cara desse líder e muitos membros têm a sensação de que as boas programações dessa igreja trarão um crescimento inevitável.
A pesquisa de Schwarz, todavia, mostrou que existem poucas coisas mais distantes da verdade. Se há uma coisa que os líderes de igrejas que crescem não tentam fazer é ampliar sua capacidade a ponto de se tornarem todo-poderosos.
Eles agem de forma exatamente oposta: uma das suas tarefas mais importantes consiste em ajudar os outros cristãos a chegar cada vez mais ao nível de capacidade que Deus planejou para eles.
Eles capacitam, apoiam, motivam, acompanham cada cristão, para que se torne aquilo que Deus desde o começo planejou para ele.
O líder “capacitador” não tem a pretensão de se perpetuar no poder, porque seu ministério maior consiste em mentorear novos líderes e sucessores.

Publicado por Treinandoigrejas.com

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Líderes não sabem gerenciar a si mesmos, diz César Souza

Para César Souza, presidente do Grupo Empreenda e um dos maiores experts em gestão do Brasil, "o calcanhar de Aquiles da maioria dos líderes é o autogerenciamento".
A afirmação foi feita durante a HSM Expomanagement, nesta segunda-feira, em São Paulo.
De acordo com Souza, que presta consultoria a 70 administradores das maiores empresas do país, o que falta aos comandantes não é competência, mas sim o cuidado com eles mesmos.
"Competências são possíveis de construir, aprender, ou complementar com o conhecimento de outras pessoas", afirmou.
Segundo ele, um dos principais problemas que os líderes encontram ao se "autogerenciar" é a administração do próprio tempo. "O tempo é igual para todo mundo. O que é necessário é saber dizer não e definir prioridades", disse.
Outro ponto em que os gestores pecam, de acordo com Souza, é a conciliação das diversas dimensões da vida (como saúde, amigos, vida espiritual e em comunidade) com o trabalho.
"Há um preconceito de que se preocupar com essas coisas tira o tempo do trabalho. Mas o que importa não é trabalhar mais, e sim melhor. E quando você se exercita, está oxigenando o cérebro. Quando está com os amigos, amplia seu network. Quando trabalha em comunidade, se sente bem. O sucesso está no equilíbrio", afirmou.
Além disso, de acordo com ele, quem lidera precisa ser exemplo, ter inteligência emocional e coerência entre o que diz e o que faz.

Dogmas ultrapassados
Conseguir gerir a si mesmo, entretanto, não é o único desafio dos líderes. Falta saber formar outros líderes, planejar sucessão e conseguir executar o que é planejado.
Muitos desses problemas, para Souza, são causados por crenças e práticas ultrapassadas que ainda estão muito presentes no dia a dia das companhias.
"Continuamos dirigindo empresas olhando pelo retrovisor, com princípios de gestão da era industrial, pós-guerra. Também existem ideias mortas, dogmas do passado, que precisamos sepultar", disse.
Uma dessas ideias, segundo Souza, é a de que "o segredo é a alma do negócio". Para ele, se a estratégia não for compartilhada, as pessoas jamais irão se engajar e se "o segredo" não for passado adiante, cedo ou tarde morrerá com o seu dono, que levará junto consigo toda a organização.
"É necessário criar condições na empresa para que outras lideranças apareçam, para que a genialidade delas apareça. O verdadeiro líder é aquele que tem gente ao redor de si, não atrás. Seu papel é formar outros".

Exame

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