Ética e Liderança Cristã

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Como falar em público? 5 dicas para falar como um grande negociador


Falar em público costuma ser uma das principais dificuldades para a maioria das pessoas. Algumas, inclusive, acabam comprometendo situações extremamente importantes, como apresentações ou mesmo o fechamento de um negócio por não saber como se comunicar bem.

Porém, saber como falar em público é crucial para o sucesso profissional. Afinal, ser capaz de unir boas práticas de oratória e comunicação faz toda a diferença na hora de fechar uma negociação.

Pensando nisso, trouxemos 5 dicas essenciais para você aprender a falar em público. Acompanhe a leitura e confira!

A importância da oratória
Podemos definir a oratória como a capacidade de falar bem em público. Apesar de objetivo, esse significado está longe de traduzir tudo o que ela é, considerada uma verdadeira arte.

Utilizar a oratória é essencial para conseguir convencer sua audiência de um determinado ponto de vista ou ideia.

Um bom orador não faz uso apenas de um bom argumento, mas, principalmente, de um modo de falar envolvente e agradável, conquistando todo mundo que está ouvindo.

Ao longo da história, algumas personalidades se destacaram por apresentarem uma ótima oratória, sendo capazes de hipnotizar todos que os assistiam.

Martin Luther King Jr., em 1963, eternizou um dos discursos mais admirados de todos os tempos, conhecido como “Eu tenho um sonho” (I have a dream, em inglês).


Nesse discurso, ele faz um apelo às autoridades pelos direitos civis e igualdade à população negra norte-americana.

Até os dias de hoje, esse discurso é considerado como um dos mais importantes da história.

Embora a oratória esteja intimamente conectada à política, não podemos falar que seu uso se dá apenas em palanques e em discursos dirigidos às grandes massas.

Essa habilidade de falar e conquistar pessoas pode ser utilizada em diversos cenários, como reuniões profissionais, discursos de formatura, negociações, entrevistas de emprego e muitas outras situações.

A oratória é uma poderosa ferramenta para aquela pessoa que precisa conquistar seus ouvintes, mas muito se engana quem imagina que falar em público é um dom natural. Na verdade, isso é o resultado de muita prática e treino, e pode ser desenvolvido por qualquer pessoa.

5 dicas para falar em público
Se tornar um mestre orador demanda tempo e dedicação. Porém, não são todas as pessoas que pretendem investir tanto esforço nessa habilidade.

Mesmo assim, se você quer aprender a falar em público esperando apenas adquirir o necessário para melhorar suas capacidades de comunicação em curto prazo, ainda há algumas boas práticas que você pode acompanhar.

As principais são:

1. Utilize o storytelling
Uma das técnicas de comunicação mais antigas da história da humanidade, a contação de histórias (ou storytelling), foi pouco usada no mundo dos negócios, tendo sido introduzida apenas há alguns anos de maneira massiva e organizada.

Contar histórias faz parte da nossa natureza e é uma forma de captar a atenção de todos rapidamente.

Você não precisa inventar uma obra de ficção sempre que for falar, mas pode usar o storytelling de maneira mais simples, exemplificando situações que aconteceram com você ou com conhecidos para ilustrar o seu discurso.

Assim, em uma negociação, você oferecerá para a outra parte mais do que números ou oportunidades, mas sim uma experiência a ser recordada.

Sabendo conectar as histórias com o seu objetivo, as chances de conseguir alcançar o sucesso são muito maiores.

2. Treine suas falas
Em algumas situações em que precisamos improvisar, dificilmente lançaremos mão de alguma fala pronta. Nesses casos, é fundamental estar sempre preparado para conseguir desenvolver uma boa conversa.

Entretanto, em outras situações, é perfeitamente possível preparar totalmente o discurso.

Um dos maiores problemas encontrados por quem não sabe como falar em público é a insegurança. Por isso, dedicar um tempo na elaboração do seu discurso, inclusive treinando cada uma das falas, é a melhor maneira de ganhar confiança para falar quando for necessário.

3. Respire fundo e controle o ritmo
Alguns aspectos da fala influenciam diretamente uma apresentação em público, principalmente no que diz respeito à entonação.

Nesse sentido, dois grandes problemas ganham destaque:

O uptalk: quando as afirmações acabam soando como indagações;
O vocal fry: quando a voz fica baixa e falha, particularmente nas partes finais das sentenças.
Para corrigir esses problemas, o ideal é respirar fundo, mantendo o fôlego até o final das frases. Dessa forma, você consegue manter um ritmo suficiente para que a entonação não se perca no decorrer do discurso.

4. Reduza seus níveis de estresse
O estresse está sempre à espreita quando estamos falando em público.

Existem diversas maneiras de se estressar nessas situações, pois elas, por si só, já criam uma predisposição para tal.

Atrasos, problemas técnicos, falta de familiarização com o espaço onde será o discurso, entre outros elementos, contribuem para aumentar os níveis de estresse.

É claro que algumas situações estão completamente fora do nosso controle. Entretanto, para a maioria dos casos, é possível tomar uma atitude de reversão.

Por isso, procure chegar mais cedo, andar pelo palco onde será sua apresentação, conversar com seu público, entre outras atitudes.

Isso ajuda muito na hora de se sentir “em casa”, quebrando a ideia de uma plateia totalmente desconhecida e, consequentemente, reduzindo seus níveis de estresse.

5. Cuide da sua postura
Um dos fatores que mais influenciam a confiança e, consequentemente, a qualidade da fala em público é a sua postura corporal.

Além de um conteúdo interessante e de uma boa oratória, o nosso corpo diz muito sobre a maneira como nos posicionamos.

Dependendo daquilo que pretendemos passar para nossos ouvintes, adotar uma linguagem corporal correta pode fazer toda a diferença nos seus objetivos.

De maneira geral, o ideal é manter o seu corpo ereto, cuidando da gesticulação e articulando as palavras com calma e imposição.

Partindo desses pontos, você passará uma mensagem de confiança e autoridade para sua plateia que, consequentemente, ouvirá seu discurso com muito mais atenção e disponibilidade para seus argumentos.

A oratória e os gatilhos mentais
Saber como falar em público é uma arte que precisa de muito treino e testes, descobrindo assim o que funciona melhor para os seus objetivos.

Dependendo da sua capacidade de oratória, você será capaz de incluir diversos gatilhos mentais na sua plateia ou na outra parte que está participando da negociação.

Os gatilhos mentais são diretrizes que o cérebro humano adota para evitar os trabalhos longos de reflexão para as tomadas de decisão.

Isso significa que, muitas vezes, a nossa mente acaba trabalhando no modo automático. E você pode se aproveitar disso, utilizando e aplicando os gatilhos mentais de forma correta para engajar pessoas e motivar determinadas ações.

Publicado originalmente em Hotmart

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Liderança: qual o seu estilo? Vamos conhecer os 6 estilos?


Sérgio Lopes (*)

Uma das melhores definições de liderança é: “a capacidade de influenciar pessoas para obter resultados”. Mas qual é a melhor maneira de influenciar os outros?

Influência é uma competência sempre associada ao processo de comunicação humana. Os melhores comunicadores são aqueles que conseguem transmitir as mensagens de forma clara e precisa, fazendo com que as pessoas entendam claramente e se mobilizem para atender ao “chamado”.

E como exercer uma influência positiva por meio de um processo de comunicação mais assertivo, que gere clima organizacional saudável e desafiador e resultados de alta performance?

Em minha experiência de mais de 30 anos liderando pessoas e equipes e desenvolvendo outros líderes, posso afirmar que o uso de diferentes estilos, adequados às diversas situações da gestão estratégica e do cotidiano, podem elevar o moral das pessoas e consequentemente os resultados.

Existem diversos modelos de estilos de liderança e, em minha opinião, o que pode apresentar melhores resultados é o modelo do Daniel Goleman, apresentado em detalhes no livro O Poder da Inteligência Emocional (Primal Leadership), escrito em parceria com Richard Boyatzis e Anne McKee.

Goleman, a partir de pesquisa com mais de 3.000 gestores em diversas empresas, identificou seis estilos de liderança e seus impactos na gestão. Goleman destaca que “todos os estilos já haviam sido tratados com outros nomes, mas o diferencial deste modelo está na compreensão dos recursos de inteligência emocional exigidos para cada abordagem”.

Vamos conhecer os 6 estilos?


Visionário
Utiliza como referência a construção de um futuro promissor compartilhado, conduzindo as pessoas rumo a esse “sonho”. A partir dessa visão, cria um clima organizacional “intensamente positivo”, sendo o mais ressonante dos estilos. Seu uso é recomendado quando as mudanças rumo à um novo futuro “requerem uma nova visão, ou quando há necessidade de clareza na direção”.

Conselheiro
Explora o alinhamento das metas da empresa com as metas pessoais, de forma a manter as pessoas firmes na busca de resultados. Com esse alinhamento, consegue gerar um clima “extremamente positivo” e saudavelmente desafiador. Este estilo, muito próximo do líder coach, contribui em muito para que as pessoas melhorem seu desempenho, desenvolvendo competências a longo prazo.

Agregador
Este estilo consegue criar harmonia “conectando as pessoas entre si”. É muito importante da formação de equipes, criando um clima organizacional positivo. Sua aplicação é recomendada também para resolver problemas de relacionamento – pessoal ou profissional – entre os membros do time; apoiar as pessoas em momentos de elevada tensão ou stress e; para o fortalecimento de vínculos que potencialize a sinergia.

Democrático
Compartilha o processo decisório e a geração de alternativas e oportunidades com as pessoas e equipes, valorizando as contribuições de cada um. Ao gerar o comprometimento individual a partir da participação, cria um clima positivo na equipe. É recomendável o uso deste estilo quando a decisão pode ser compartilhada, “ao obter adesão ou consenso”. Pode ser útil também para “conquistar a valiosa colaboração dos funcionários”.

Agressivo
Inicialmente há que se ter cuidado com o termo “agressivo”, pois essa palavra na nossa cultura pode ter conotação negativa. O termo utilizado na obra original é “pacesetting”, que numa tradução livre pode ser “ajuste de ritmo”.

Este estilo tem como característica marcante a definição e atingimento de “metas desafiadoras e estimulantes”. Quando usado em excesso e com demasiada frequência gera clima organizacional negativo. O estilo é muito apropriado para “obter resultados de alta qualidade de uma equipe motivada e competente” e com alto grau de maturidade.

Despótico
O termo no original em inglês é “commanding”, que numa tradução alternativa também pode ser definido como “autoritário”.
Em situações de emergência o uso deste estilo “mitiga temores determinando uma direção clara”. Como é mal aplicado, tanto na forma como na frequência, gera clima organizacional extremamente negativo, sendo o mais dissonante dos estilos. Se a situação for de crise para provocar uma virada rápida, este estilo pode ser muito útil. Também se aplica a funcionários problemáticos que precisam de uma gestão mais assertiva.

O “segredo” do uso produtivo dos estilos é aplicar o mais adequado conforme a situação e/ou o momento. Para isso, é fundamental que você conheça, a partir de seus comportamentos no dia-a-dia, quais são seus estilos mais presentes e os menos utilizados. Para esse entendimento, existem assessments de estilos de liderança que podem ser aplicados em até 360º para que gerem planos de desenvolvimento. Certamente, um bom Mentor pode ajudá-lo nessa jornada.

Publicado originalmente em Administradores

(*) Sérgio Lopes — Especialista em Liderança e Consultor em Gestão. Sergio Lopes possui mais de 40 anos de experiência, sendo 35 em Recursos Humanos, Liderança de pessoas e processos e mais de 10 anos em Consultoria organizacional. Criador do modelo Performance Total (Propósito + Competência + Resultado). Co-autor do livro “Os Loucos Geram Mais Resultados” ed. Resultado, lançado em 2018.  http://www.performancetotal.com.br/

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Planejamento estratégico: como programar seu dia para aproveitar o melhor desempenho do cérebro


Nossos cérebros não são máquinas que funcionam perfeitamente. Nossas respostas físicas aos eventos do dia a dia não são sempre consistentes. Intuitivamente, você provavelmente percebe que perde a concentração depois de comer. Mas nossas respostas neurológicas flutuam muito mais do que apenas após o almoço.
Como podemos saber se a resposta do cérebro está mudando ao longo do dia de trabalho? E se soubéssemos quando ele atinge o pico de desempenho, planejaríamos o dia de forma diferente? Ao prestar atenção às diferenças neurológicas, é possível "enganar" seu cérebro para trabalhar melhor?

Programe o estresse para a manhã
Ser uma pessoa diurna ou noturna depende de muitos fatores: idade, sexo, questões sociais e ambientais. Evidências indicam que se você não é um tipo diurno, é melhor não forçar a se tornar um.
Apesar da pregação de executivos bem-sucedidos e de algumas celebridades que seguem rígidas rotinas de malhação, mudar seu padrão de sono não resulta, necessariamente, em melhor desempenho se esse não for seu ritmo natural.
A sonolência, o estado de alerta, a memória de curto prazo e até mesmo o desempenho no exercício físico estão todos ligados ao ritmo da temperatura corporal
No entanto, a manhã ainda é uma parte muito importante do dia. Um estudo com profissionais japoneses descobriu que respondemos melhor a eventos estressantes nesse período. Os trabalhadores foram submetidos a um teste de estresse duas ou 10 horas depois de acordar.
Dessa forma, os pesquisadores analisaram a resposta a tarefas estressantes no início e no final da jornada de trabalho. O estudo constatou que os níveis de cortisol dos trabalhadores aumentaram significativamente após o teste inicial, mas não após o último.
"O cortisol desempenha um papel importante na proteção do corpo", diz Yujiro Yamanaka, professor da Universidade de Hokkaido, no Japão. "O cortisol é o principal hormônio envolvido na resposta de 'lute ou fuja'."
Sem a liberação de cortisol, partes importantes da resposta neural não acontecem. Por exemplo, o cortisol regula a pressão sanguínea e aumenta os níveis de açúcar no sangue. Isso garante que, quando você está estressado, não fique em pânico, mas que mantenha sua presença de espírito e tenha energia para fazer algo a respeito.
O hormônio também restaura o equilíbrio após um evento estressante, o que significa que você conseguirá se acalmar novamente depois de uma manhã de alta pressão. Se o episódio ocorresse à noite, você continuaria se preocupando com ele.
Passar continuamente por situações estressantes no final do dia pode resultar em problemas de saúde de longo prazo, como obesidade, diabetes tipo 2 e até depressão, alerta Yamanaka. "O melhor seria evitar eventos estressantes à noite se você puder."

Encontre o seu pico da tarde
Os níveis de cortisol podem ser mais altos no período da manhã para nos ajudar a lidar com o fato de acordar cedo. "Nem todas as pessoas são mais eficazes de manhã", diz Cristina Escribano Barreno, psicóloga da Universidade Complutense de Madri. "Provérbios como 'Deus ajuda quem cedo madruga' reforçam que nossas vidas profissionais ocorrem de manhã, então as pessoas que preferem a manhã têm uma vantagem."
Nossos corpos nos preparam para as tensões do dia logo depois de acordar - por isso, é melhor aproveitar ao máximo enquanto você tem essa vantagem química. No entanto, para algumas tarefas, nossos corpos demoram para acelerar. O desempenho em tarefas simples, como fazer contas de cabeça, está relacionado à temperatura corporal - quanto mais elevada, melhor.
Geralmente, nossos corpos estão mais quentes no início da noite - então, seria melhor adiar as tarefas mentais simples para este momento do dia. Esse ritmo diário é controlado pelo nosso relógio circadiano, o que significa que nossa preferência por levantar cedo ou tarde tem um leve efeito sobre esse padrão.
"Em pessoas diurnas, esse pico aparece um pouco mais cedo e, para as noturnas, um pouco mais tarde", diz Konrad Jankowski, psicólogo da Universidade de Varsóvia, na Polônia. "Mas geralmente essa diferença de horário não é enorme - no máximo de algumas horas."
Situações estressantes de trabalho devem ser priorizadas no início do dia, para dar chance de a pessoa voltar ao trabalho depois
O aumento da temperatura corporal - que ocorre naturalmente durante o dia - também aumenta a atividade metabólica no córtex cerebral, acelerando os processos cognitivos.
"Alguns estudos mostraram que a temperatura cerebral mais alta está relacionada à transmissão sináptica mais rápida", diz Jankowski. "Aumentos artificiais na temperatura do corpo também podem aumentar o desempenho, mas apenas até níveis ligeiramente superiores a 37 graus centígrados. Um cérebro em ebulição não funciona bem."
Sonolência, estado de alerta, memória de curto prazo e até desempenho no exercício físico estão todos ligados ao ritmo da temperatura corporal, diz Jankowski. Mas isso não significa, necessariamente, que a temperatura afete diretamente todos esses processos.
"É mais o relógio circadiano que afeta a temperatura e outras funções. Então, com base em nosso perfil de temperatura, podemos prever nosso desempenho", explica o pesquisador. "Por exemplo, temos um risco maior de acidentes no início da manhã porque a temperatura do corpo está mais baixa, o que se traduz em níveis de sonolência mais altos e estado de alerta mais baixo."

Respeite seu ciclo de sono
Para tarefas mais complexas, no entanto, a melhor hora do dia depende de você ser uma pessoa diurna ou noturna. O mais importante é isolar-se das distrações - e é melhor fazer isso de acordo com seu ciclo de sono.
"Pessoas que precisam realizar tarefas muito complexas, que exigem distanciamento de distrações, geralmente escolhem horas extremas, quando o resto do mundo está dormindo", acrescenta Jankowski. "Para as pessoas diurnas, isso seria de manhã cedo antes que os outros estejam acordados. Para as noturnas, o momento em que os outros já foram dormir."
Podemos dizer que situações de trabalho estressantes, como fazer apresentações ou lidar com conflitos, devem ser priorizadas para o início do dia, o que permite voltar a níveis normais de estresse e ao trabalho depois. E isso lhe garante tempo para se concentrar em tarefas mais solitárias que exigem foco mental no final do dia. Mas permita-se um pouco de flexibilidade se você souber que é uma pessoa diurna ou noturna.
Às vezes, a melhor maneira de preparar o cérebro para o dia de trabalho pode ser no conforto da sua própria cama.

Publicado originalmente em BBC

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Requisitos Práticos Para A Liderança Cristã


Não basta o título de chefe para o grupo venha obedecer, necessário se faz uma gama de qualidades pessoais para que possa ser reconhecido como tal.


  1. O bom líder cuida da sua vida física, moral e espiritual.
  2. O bom líder sabe tomar decisões, e semelhente neste contesto com o papel de um médico. Primeiro faz a consulta, logo o diagnóstico, por fim oferece o remédio.
  3. O bom líder e eficiente na comunicação, deve ser claro e objetivo.
  4. O bom líder e o que administra seu estilo de Liderança também pode ser versátil.
  5. O bom líder entende-se com as pessoas. Não deve predominar somente a sua opinião, se for necessário o lider deve entrar na conveniência dos outros.
  6. O bom líder e aquele que influência outras pessoas a fazer a obra de Deus. Muitos são influenciados, jamais influenciam.
  7. O bom líder esta disposto a sofrer pelos seus ideais, ha líderes que não querem plantar, so colher.
  8. O bom líder e aquele que atrai outros líderes após si. Conquistar um leigo e facil, mas para conquistar líderes, precisa saber liderar.
  9. O bom líder cultiva as qualidades compatíveis com sua função, coragem, diligência, dignidade, cortesia, pontualidade, tato, responsabilidade executiva e conhecimento da natureza humana.

"O lenhador se distingue muito pela sua habilidade do que pela sua força."

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Habilidades de Comunicação Aplicadas à Liderança


Liderança envolve bem mais que criar regras e políticas para sua equipe, consiste também em oferecer conselhos, orientações, influenciar pessoas e inspirá-las e para tanto uma boa comunicação é fundamental
Fábio Menezes Guedes(*)

Engana-se quem acredita estar habilitado a exercer liderança pelo simples fato de ter experiência no ramo e conhecer bem o que faz. Quando se trata de lidar com pessoas, dominar os conhecimentos técnicos já não é suficiente nem muito menos garantia de sucesso. Entre as muitas habilidades essenciais de um líder a boa comunicação é, sem dúvida, uma das mais requeridas e determinantes aos que desejam ser produtivos e eficazes.
Aprimorar as habilidades de comunicação

As habilidades de comunicação, quando bem desenvolvidas, ajudam a garantir que seus colaboradores entendam suas instruções e expectativas. É fundamental manter os membros da equipe sempre a par das situações, do progresso em projetos, dos desafios, das realizações e notícias de departamentos e empresas. Quanto mais os funcionários souberem sobre o que você faz e por que faz, mais eles desenvolverão um senso de conexão e propósito. Os subordinados precisam saber que seu líder está disponível para fornecer orientação e oferecer soluções caso se deparem com dificuldades que não possam resolver por conta própria. Um comunicador maduro é também capaz ler nas entrelinhas, pois o que os colegas não estão dizendo pode ser tão importante quanto o que eles estão falando. Desenvolver as habilidades de comunicação voltadas para o gerenciamento ajuda a fornecer o tipo de liderança que os funcionários precisam para o sucesso pessoal e organizacional.

Capacitar liderados
Colaboradores engessados sobre o que fazer e como fazer podem ter sua criatividade tolhida e se tornarem desinteressados em seu trabalho, o que pode afetar a produtividade em sua área de atuação. Nem todos podem sempre alcançar um objetivo da mesma maneira, portanto desde que produzam ou superem os resultados esperados, o modus operandi não deveria ser tão relevante. Desenvolver os funcionários compreende compartilhar informação e conhecimento, além de lhes dar autonomia e permitir que tomem algumas decisões a respeito de seu trabalho. Dar aos funcionários o poder de ter sucesso ou fracassar demonstra ter confiança em suas habilidades. É importante permitir que os liderados saibam exatamente quanta autoridade terão e acompanhá-los regularmente para determinar se estão no caminho certo para lograr êxito.

Reconhecimento
Bons líderes percebem que os funcionários não são motivados apenas pelo dinheiro (embora também por este), mas pelo reconhecimento por seu trabalho. Elogiar os funcionários nas reuniões de equipe, externar honestamente gratidão pelos seus esforços e oferecer o suporte necessário quando precisarem são atitudes naturais de quem exerce liderança eficaz com excelência. O próprio Empowerment (empoderamento, descentralização da liderança), oferecendo novas tarefas interessantes com mais responsabilidade, é uma forma de reconhecimento por um bom trabalho. Outras formas de retribuir o empenho são premiações monetárias, como vales-presente ou bônus em dinheiro – desde que o orçamento permita –, folgas extras, horários flexíveis. Ao sentir que seu trabalho é apreciado, os funcionários tendem a ficarem mais propensos a superar expectativas e objetivos.

Portas Abertas
A criatividade para solucionar problemas se expande em ambientes onde qualquer membro da equipe sinta-se confortável para discutir questões, identificar falhas, propor sugestões. É vital que as pessoas sintam segurança e se percebam ouvidas, sem aquele medo de estarem “metendo o nariz onde não são chamadas”. Pontes devem ser edificadas e não muros. Todas as barreiras para uma boa comunicação devem ser removidas de modo que o diálogo não fique restrito a reuniões e outros eventos formais. A política de portas abertas é efetiva desde que haja transparência, pois falsas promessas, conversas cruzadas, segredinhos, omissão de informações são fatores que corroem as relações. O respeito mútuo e a clareza servem de base para uma relação duradoura e confiável.

Seja uma referência
Líderes não determinam aos liderados o que fazer. Tal comportamento é um modelo jurássico. Antes, eles apresentam aos funcionários como isso deve ser alcançado por meio de suas ações e atitudes. A equipe deve olhar para o líder não apenas esperando passivamente por diretrizes e ordens, mas considerando alguém a ser seguido, alguém em quem se espelhar. Os membros da equipe percebem o quanto seu líder se dedica ao trabalho, o quanto se empenha para garantir que as metas sejam atingidas e os públicos interno e externo estejam satisfeitos. Enquanto líder, é você que define o padrão para o seu departamento, mas liderança envolve bem mais que criar regras e políticas para sua equipe, consiste também em oferecer conselhos, orientações, influenciar pessoas e inspirá-las e para tanto uma boa comunicação é fundamental.

(*) Policial militar da PMCE, Administrador, especialista em Gestão Estratégica de Pessoas, professor, marido apaixonado, pai dedicado, apreciador de músicas antigas e nadador de águas abertas.

Publicado originalmente em Administradores

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Como fazer um treinamento de liderança com sua equipe


5 dicas para ajudar a qualificar sua equipe!
Durante a trajetória profissional, atingir um cargo de liderança é um dos grandes objetivos de muitas pessoas. Mas e depois disso, o que fazer?
Todos os gestores, incluindo aqueles de longa data e com muita experiência, precisam estar em constante atualização pensando sempre no desenvolvimento de suas habilidades.
Para isso, o treinamento de liderança é essencial por ser uma maneira de promover a capacitação de profissionais de alta performance.
Agora, se você é empreendedor e tem outras pessoas trabalhando em seu negócio, saiba que parte do sucesso de grandes empresas é a realização de treinamentos consistentes, que possibilitem o desenvolvimento dos funcionários.

Quer saber mais sobre esse assunto?

Neste artigo, vamos mostrar como construir e aplicar um treinamento de liderança voltado para o desenvolvimento de habilidades de gestores.
Separamos 5 passos necessários para que o treinamento tenha resultados e permita o crescimento da empresa.

1. Identifique as necessidades dos seus líderes
Um bom treinamento de liderança deve estar pautado nos pontos fortes e fracos de cada um dos gestores da empresa. Então, conhecer esses pontos é o primeiro passo para criar e aplicar um treinamento.
Existe um mito de que pessoas que ocupam altos cargos em uma empresa não possuem pontos fracos, nem precisam desenvolver os seus pontos fortes.
Porém, tenha certeza de que até mesmo os melhores líderes precisam desenvolver alguma aptidão e se manter em constante crescimento.
A identificação dos pontos fracos e fortes deve ser feita de forma individual, com base nas características e histórico profissional de cada um dos gestores.
Dessa forma, é possível conhecer as necessidades individuais dos líderes e propor alguma intervenção certa para cada pessoa.
Pontos fortes podem ser potencializados, ao passo que pontos fracos podem ser contornados durante o treinamento.
Acredite: mesmo que você pense que seus gestores não têm nada para melhorar, é possível encontrar alguns pontos de melhoria até mesmo durante o treinamento. E não pense que estamos falando apenas de habilidades técnicas.
É possível que você identifique alguns aspectos comportamentais que podem impedir o desenvolvimento de alguém em seu negócio, causando estagnação, baixos resultados e interferências negativas em outros profissionais.
Os pontos fracos e fortes de um gestor influenciam diretamente no comportamento dos membros da equipe, tendo em vista a posição estratégica e importante ocupada pelas lideranças em uma organização.
Por isso, avalie com atenção tudo que você acredita que pode ser melhorado.

2. Crie planos de carreira individuais
Quando estamos lidando com gestores, o treinamento de liderança alcança melhores resultados quando realizado em conjunto com a apresentação de um plano de carreira.
O líder deve estar consciente de onde deseja chegar e quais etapas deve seguir para alcançar suas metas dentro da empresa.
Dar uma visão global das funções e cargos a serem ocupados ao longo da trajetória, facilita a percepção dos pontos fortes e fracos de cada pessoa, o que faz com que elas consigam pensar nos pontos que precisam melhorar.
Além disso, o plano de carreira ajuda você, como empreendedor, a identificar quais são as características e habilidades necessárias para cada cargo, o que facilita quando você for criar um treinamento.
O resultado esperado de um treinamento de liderança é capacitar os gestores para que eles desenvolvam suas funções com muito mais precisão e eficiência, além de prepará-los para ultrapassar a posição atual e subir dentro da empresa.
Por isso, o plano de carreira deve ser aplicado em conjunto com o treinamento. Assim, as pessoas conheçam não apenas o lugar onde estão, mas também onde podem chegar e o que é necessário fazer para que isso aconteça.

3. Faça treinamentos técnicos e comportamentais
Como dissemos em nossa primeira dica, existem dois aspectos que podem ser abordados em um treinamento de liderança:

  • Habilidades técnicas;
  • Desenvolvimentos comportamentais.
  • Um treinamento que não contemple os dois elementos é considerado incompleto, por não permitir o equilíbrio entre as duas competências.

Um líder deve saber lidar com pessoas, ou seja, não basta que ele seja extremamente experiente e uma autoridade em sua área de atuação, se não souber conversar e delegar tarefas para outros.
Mas você sabe o que seriam aspectos comportamentais e aspectos técnicos? E como eles podem ser trabalhados durante o treinamento de liderança?
Os aspectos técnicos estão relacionados com a capacitação profissional do gestor, sua experiência e preenchimento dos requisitos para progredir no plano de carreira.
Já os aspectos comportamentais são de caráter subjetivo e estão ligados ao perfil do líder. São elementos como a facilidade para resolver conflitos e a boa comunicação.
Os dois caminhos podem ser percorridos durante um treinamento de liderança, de forma a permitir o amadurecimento completo do gestor. Depende de você entender em qual aspecto deve focar mais.

4. Promova trocas de experiências
Os treinamentos devem ser aplicados de forma a permitir o compartilhamento de experiências entre gestores.
Quando diversos profissionais em cargos de liderança passam juntos por um treinamento, os resultados se mostram muito mais positivos.
Além da integração, esse modelo faz com que cada líder consiga aprender e ao mesmo tempo ensinar, partilhando, ainda que de forma indireta, suas vivências.
Com isso, todos os envolvidos conseguem ter uma ideia do que o outro faz e podem, assim, aplicar novas estratégias em suas áreas a partir da visão dos outros gestores.
Trata-se de um momento para a reflexão e absorção de conhecimentos tanto profissionais quanto comportamentais.
Nada melhor do que reunir em um mesmo treinamento profissionais com um mesmo objetivo: ajudar no crescimento da empresa e, também, aperfeiçoar suas próprias habilidades de liderança para ser um profissional melhor.

5. Considere contratar uma consultoria externa
Uma das grandes dificuldades durante a aplicação do treinamento de liderança é a manutenção da neutralidade. Por estar muito próximo dos líderes da empresa, pode ser que você nem sempre consiga identificar pontos fortes e fracos das pessoas.
Como já dissemos, esse é o primeiro passo para conseguir criar maneiras de ajudar no desenvolvimento dos profissionais que trabalham com você. Mas se você não consegue identificar o que precisa ser melhorado, nunca conseguirá pensar em uma forma de capacitar suas lideranças.
Se esse for seu caso, considere a contratação de uma consultoria de RH externa, o que garante uma visão neutra sobre os profissionais da empresa.
O olhar de terceiros imparciais é muito mais assertivo, capaz de identificar aspectos que, apesar de muitas vezes evidentes, passam despercebidos pelos empreendedores.
É absolutamente normal deixar passar algo quando o contato e envolvimento com os processos internos é grande.
Mas se você não pode fazer esse tipo de investimento agora, uma outra alternativa é começar a se comunicar mais com seus gestores para receber feedbacks mensais ou até mesmo semanais.
Assim, você consegue perceber o que outros profissionais estão pensando a respeito de cada um e pode, então, propor melhorias.

Ajude seus líderes a desenvolverem suas habilidades
Dentro da empresa, os líderes são vistos como referência para os profissionais que compõem uma equipe.
Por esse motivo, o desenvolvimento dessas pessoas é fundamental para que todos consigam evoluir juntos.
Isso significa que o treinamento de liderança tem resultados que vão muito além do gestor, já que influencia uma área inteira da empresa. Afinal, líderes bem treinados conseguem motivar uma equipe com muito mais facilidade.
Além disso, um bom treinamento oferece também benefícios como a resolução de conflitos internos.
Por isso, procure sempre incentivar suas lideranças a buscar por capacitação, qualificação e crescimento.
Se você já entendeu a importância do treinamento e desenvolvimento dos profissionais que trabalham com você e quer ajudá-los a se capacitarem, não deixe de ler nosso post com dicas para implementar um treinamento online em sua empresa.

Publicado originalmente em Blog Hotmart

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

O líder antifrágil


Vanessa Prado

Quem nunca se programou para chegar cedo a um compromisso e perdeu a hora porque encontrou um congestionamento terrível no meio do caminho? É comum sermos surpreendidos por situações aleatórias não previstas que geralmente causam desconforto e irritação. Mas não precisa ser sempre assim.
Diante do caos, algumas pessoas preferem a paralisia, outras mobilizam seus esforços para enfrentar a adversidade e tem gente que simplesmente cresce com o ocorrido. Aliás, é por isso que a imprevisibilidade do mundo atual revela três diferentes tipos de líderes: os frágeis, os resilientes e os antifrágeis.
Os frágeis são aqueles muito sensíveis a qualquer tipo de mudança externa. Enquanto os negócios vão bem, eles sustentam o autocontrole; mas, quando são expostos à desordem, desfalecem e perdem o rumo. Os resilientes têm a capacidade de suportarem a pressão e não sucumbir enquanto a tormenta passa, graças à sua flexibilidade. Já os antifrágeis não apenas resistem às intempéries provocadas pelo contexto VUCA (de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade), como também aproveitam a instabilidade para crescer.
O conceito do líder antifrágil apareceu pela primeira vez em 2012, no livro “Antifrágil: coisas que se beneficiam com o caos” (Ed. Best Business), escrito pelo libanês Nassim Nicholas Taleb. Segundo ele, o principal pesadelo da maioria dos gestores é perceber que o mercado que controlam de repente muda e suas convicções pouco valem dali em diante. Líder antifrágil, portanto, é quem não se amedronta diante do novo; pelo contrário, até aprecia a mudança porque sabe que ela é o motor do seu progresso.
Essa lógica veio romper com o antigo entendimento de que o oposto de fragilidade é a força ou a resistência e que essas são características do líder resiliente. Inclusive, Taleb faz uma comparação: dizer que algo resistente é o oposto de frágil é como afirmar que neutro é o oposto de negativo.
Agir como uma pessoa antifrágil não implica em ser masoquista ou ficar procurando situações caóticas. Tem a ver, sim, com uma percepção positiva acerca dos desafios e a convicção de que o desconforto é a mola propulsora de qualquer amadurecimento significativo na vida.
Infelizmente, muitos líderes apertam o “botão catástrofe” diariamente. Diante de qualquer chateação, já se abatem. Assemelham-se a vasos de porcelana que, frente ao menor impacto, logo se quebram. E suas equipes percebem isso na hora.
Pode prestar atenção. Líderes antifrágeis adoram promover o progresso quando o caos se estabelece e enquanto a maior parte dos profissionais comuns instintivamente procura abrigo para se proteger. Eles não temem o erro, as incertezas e alguns desgostos pontuais.
Como bem lembra Taleb, fala-se muito sobre o estresse pós-traumático, mas poucos comentam acerca do amadurecimento de quem enfrenta um trauma. Os garotos tailandeses que ficaram na caverna durante aqueles 18 intermináveis dias, possivelmente saíram de lá com algumas sequelas emocionais e boa parte delas favorecerá – em vez de prejudicar – o tipo de vida que eles terão daqui em diante. Sim! Quem enfrenta uma situação-limite dessa natureza tende a enxergar a maior parte dos problemas como tempestade em copo d’água.
Cada vez mais iremos nos deparar com situações aleatórias que trarão desordem e angústias. A questão é que o faremos com elas: iremos quebrar como um vaso de porcelana, resistir aos fortes ventos como um bambu chinês que não sai do lugar ou nos fortalecer como o sistema imunológico do corpo humano, que evolui ao lidar com diferentes vírus ou bactérias?

Publicado originalmente em Wellington Moreira

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

4 Dicas fundamentais do relacionamento humano


Ernesto Artur Berg (*)

Somos seres humanos e todos queremos alcançar êxito e felicidade. Mas, é preciso reconhecer: seu sucesso e prosperidade dependem em grande parte de outras pessoas. Certamente que nossas escolhas, postura e atitude perante a vida são elementos fundamentais ao nosso sucesso, e isso é indiscutível. Contudo, já pensou alguma vez no enorme papel que os outros desempenham no nosso êxito e na nossa felicidade?
Reflita sobre isso e ficará convencido de que grande parte do que você conseguiu, ou irá conseguir, depende essencialmente da forma como você mantém relações com as outras pessoas. Isso se aplica a todas as áreas da nossa vida, seja profissional, familiar, conjugal, financeira, comunitária, religiosa, ou entre amigos. Sua ascensão profissional, por exemplo, depende mais de sessenta por cento do bom relacionamento que você tem com seu chefe. Se você não concorda com isso, sugiro então bater de frente com ele, e descobrirá que a corda, provavelmente, arrebentará do lado mais fraco: o seu.

Quatro dicas fundamentais do relacionamento humano

1. Troque positivamente
Um dos pontos essenciais das relações humanas é que no convívio com pessoas, todos nós queremos alguma coisa uns dos outros. O chefe quer lealdade e produtividade dos subordinados e os subordinados querem reconhecimento e segurança na empresa; os pais querem que os filhos obedeçam e os filhos querem que os pais os amem e protejam; os casais querem afeto e amor mútuos; o vendedor quer que os clientes comprem e os clientes desejam satisfação com a compra, e assim por diante. É fácil percebermos que ter sucesso nas relações humanas significa dar à outra pessoa algo que ela deseja em troca do que nós desejamos. Não se trata de egoísmo, mas de uma visão lúcida e inteligente que expressa a essência da arte de saber conviver e aprender com as pessoas. Desse entendimento dependem o crescimento e a maturidade dos nossos relacionamentos e, em boa parte, a nossa felicidade.

2. Contribua pessoalmente
Outro ponto fundamental das relações humanas é que todos nós possuímos em abundância várias coisas que as outras pessoas precisam de nós, ou gostariam de ter. Se você proporcionar essas coisas a elas, elas prazerosamente lhe oferecerão as coisas que você precisa ou deseja. Cabe a você aperfeiçoar-se e aprimorar-se, pessoal e profissionalmente, para que tenha muito com que contribuir com as outras pessoas. Uma pessoa próspera tem maior possibilidade de beneficiar os outros do que um indivíduo fracassado. Uma pessoa feliz tem chances muito maiores de disseminar felicidade do que um indivíduo infeliz. Se você encontrar uma pessoa de sucesso - seja homem ou mulher - em qualquer profissão ou campo de atividade, irá descobrir que esse indivíduo aprendeu a dominar a arte de relacionar-se bem com as pessoas e que soube tornar-se útil aos outros, porque tornou-se um caminho onde encontram ajuda.

3. Ganhe o coração das pessoas
Estamos na era da tecnologia e da informação. Os meios de comunicação (televisão, telefone, rádio, jornal), a internet e as mídias sociais aproximam as pessoas cada vez mais e tornam o mundo pequeno, ao alcance de uma ligação no celular ou um clique no mouse. As atividades profissionais e econômicas estão se tornando muito complexas e especializadas e, por conta disso, as pessoas passam a ser cada vez mais importantes para nós, pois as possibilidades de comunicação aumentaram exponencialmente. E, queira ou não, você vai ter que conviver diariamente com pessoas, goste delas ou não, por que elas estão aqui para ficar e, se você quiser ter sucesso no mundo de hoje, terá sempre que levar em consideração as outras pessoas.
Logo, se você refletir um pouco verá que uma das grandes dificuldades que as pessoas têm consiste num problema de relações humanas, e elas parecem não perceber que muitos dos seus fracassos surgem por não saberem relacionar-se apropriadamente com outros. Se você quiser ser realmente bem sucedido com pessoas, você precisa aprender a ganhar o coração delas, mais do que suas mentes.
Usar argumentos lógicos e racionais pode ser muito convincente, e também vantajoso, sempre que quisermos provar nosso ponto de vista ou obter aprovação de alguma demanda que fazemos. Mas, se quisermos interagir e construir sólidas relações com as pessoas, não é o racionalismo nem a inteligência que farão isso acontecer. É porque as pessoas, bem mais do que racionais, são - na grande maioria das vezes -, seres emocionais, e reagem primeiramente a fatores emotivos. É nisso que reside a psicologia do relacionamento humano: utilizar os comportamentos e atitudes que facilitam conviver, conquistar e conservar a cooperação e confiança das pessoas, respeitando-as e valorizando-as para que aflore um sentimento de aceitação, amizade e compartilhamento de experiências positivas.

4. Elogie
É muito comum acontecer que as pessoas a quem menos demonstramos respeito são as que mais convivem conosco, tanto no âmbito profissional quanto familiar. A intimidade pode provocar indiferença e falta de atenção. Curioso é que, para que as pessoas se sintam respeitadas, pequenas coisas são necessárias. O elogio é uma dessas pequenas coisas. Quando foi a última vez que você fez um elogio sincero a alguém da família - esposa, marido, filho, mãe, pai etc.-, a alguém no trabalho - colega, subordinado, chefe (sem a conotação de bajulação) -, a alguém que lhe prestou um bom serviço? A pessoa que disser que fez isso na semana passada está mal na fita, porque conseguiu lembrar-se de algo que ocorreu dias atrás, quando deveria fazê-lo diariamente, por várias vezes. Sempre encontraremos algo que podemos elogiar em alguém, mesmo que não apreciemos a pessoa: pela rapidez com que nos atendeu, por um trabalho bem feito, por uma refeição bem preparada, pelo esforço que fez, pela paciência com que nos aturou, pelo vestido bonito, pela bela camisa, pela perseverança que demonstrou etc.

Só para lembrar:
A inabilidade de conviver com os outros é a primeira causa das crises e infelicidades, tanto pessoais, quanto no trabalho. Aprender a desenvolver - e manter - um relacionamento humano de qualidade pode fazer mais por sua vida profissional e pessoal do que, provavelmente, qualquer outro fator em sua vida.

Texto extraído e condensado do livro O Livro das Relações Humanas - Seu Manual para Obter Sucesso com as Pessoas, de Ernesto Berg, Juruá Editora. Para maiores detalhes, ou adquirir a obra acesse www.quebrandobarreiras.com.br.

(*) Ernesto Artur Berg é administrador e sociólogo, com pós-graduação pela FGV de Brasília. Comandou a área de Desenvolvimento Gerencial do Serpro em Brasília, e foi Consultor Senior da Alexander Proudfoot Company de São Paulo. Sócio-diretor da Berg & Cia., empresa especializada em desenvolvimento organizacional e de recursos humanos. Prestou consultoria e conduziu cursos e seminários para mais de 400 empresas, como: Petrobras, Coca-Cola, Embratel, Correios, Citibank, Cia. Vale do Rio Doce, Bosch, O Boticário, Siemens, Renault, Unimed, Banco do Brasil, Caixa Econômica. É autor de 10 livros, dentre os quais Negociações Inteligentes, Manual do Chefe em Apuros, Quem Roubou o Meu Tempo? e Explosão de Idéias. Conheça o site do autor

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com

Gestão de Projeto


José Renato Santiago (*)

O dia a dia de cada um de nós tem estado cada vez mais cheio e repleto de responsabilidades. São inúmeros os diferentes papéis que devemos assumir ao longo de nova vida pessoal e profissional.
Além disso, os assuntos relacionados com cada um destes papéis, muitas vezes não têm qualquer alinhamento ou relação entre si. Há, no entanto algo, um artifício que seja, que permite potencializar o sucesso no atendimento dos objetivos traçados junto as várias atividades e atribuições que possuímos.
É fato que toda atividade deve possuir um objetivo ou meta a ser alcançada, sem a qual não se consegue sequer ter o entendimento sobre o real motivo da execução de qualquer atividade. Sendo assim, há: Objetivo.
Também é verdade que toda e qualquer atividade a ser desenvolvida, possui começo, meio e fim, isto é, há um prazo pré-definido a ser atendido. Sendo assim, há: Prazo.
Por fim, existem insumos, isto é, elementos e componentes com os quais e com quem devemos interagir tendo em vista viabilizar o atendimento da meta traçada. Sendo assim, há: Stakeholders (termo em inglês sem qualquer outra melhor tradução em português).
Ora, não é impossível identificar que estes três elementos são os componentes básicos que compõem um Projeto: Prazo, Objetivo e Stakeholders.
É imediato considerar que a gestão de qualquer atividade segue de maneira direta, a forma como se gerencia um projeto. Eis o óbvio que se torna tão necessário para se alcançar o sucesso. Toda atividade pode, e deve, seguir os preceitos que fundamentam a gestão de um projeto.
Tanto no campo pessoal como profissional cabe considerar a possibilidade de seguir este alinhamento, ou talvez uma receita:

- Definir o objetivo e meta;
- Definir o prazo de execução;
- Definir os stakeholders e insumos necessários para atendimento do objetivo, dentro do prazo desejado;

Assim como em qualquer organização, que necessita potencializar o sucesso de suas ações, não é diferente o entendimento a ser adotado por todo profissional presente na mesma.
E certamente, esta disciplina e organização potencializará sucesso similar no plano pessoal.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/

(*) Doutor e Mestre em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP. Pós-graduado em Engenharia da Qualidade - Educação Continuada em Engenharia da USP, Pós-graduado em Marketing pela ESPM e Graduado em Engenharia Elétrica com ênfase em Computadores pela FEI. Consultor de Empresas com grande experiência no desenvolvimento de projetos voltados para Inovação, Gestão do Conhecimento, Gestão de Pessoas, Capital Intelectual, Gestão de Projetos e Sustentabilidade. Tem atuado, por mais de 20 anos, em empresas nacionais e multinacionais nos segmentos de Engenharia, Construção, Eletroeletrônico, Tecnologia, Tratamento de Água e Bens de Consumo. Articulista e autor de dezenas de livros, dentre os quais se destacam, "Buscando o Equilíbrio", "Gestão do Conhecimento - A Chave para o Sucesso Empresarial" e "Capital Intelectual - O Grande Desafio das Organizações". Administrador do site www.boletimdoconhecimento.com.br

terça-feira, 24 de julho de 2018

Primeira Consultoria de Jesus Cristo

Convide Alguém que possa te Ajudar

Deide Claudino da Costa

Em uma festa muitas coisas desagradáveis podem acontecer, entre elas uma é a falta de bebidas, e foi bem isto que aconteceu em um casamento no povoado de Caná, na região da Galileia (João 2.1-10).
Os noivos não souberam calcular a quantidade de convidados e deixaram o vinho acabar antes do término do evento, a demanda não foi capaz de atender a procura, o que em uma empresa gera muitas reclamações e perdas de clientes.
Já não havendo soluções por parte do bufê contratado, eis que entre os convidados Jesus Cristo se solidarizou com os noivos, e prestou sua primeira consultoria, uma aula teórica e prática para os organizadores. Pediu para encher seis potes de pedras, que cabiam entre oitenta e cento e vinte litros de água cada um, mostrando assim a quantidade necessária para atender a todos convidados presentes.
Criar tumulto é fácil, deixe isto para os amadores, se pretende ter sucesso em seus projetos, convide alguém que verdadeiramente tenha conhecimento, pois quando surgir um problema ele saberá soluciona-lo.

Publicado em Administradores

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Limites: você sabe reconhecer os seus?


Por Ricardo Pereira(*)

Você conhece os seus limites? Ou espera que a vida te mostre quais são? Muitas vezes achamos que somos como o super homem ou a mulher maravilha e vamos acumulando tarefas e obrigações sem nos dar conta de que, sim, somos somente seres humanos.
Quando tudo está bem, é fácil fazer mais uma coisinha aqui, outra ali, e de repente, quando menos nos damos conta, o acúmulo destas coisas ficou tão grande que a vida não está mais equilibrada, e aí é hora de parar. Acredito que você já tenha passado por momentos assim, não é? E como descobriu que já havia ultrapassado os limites de um equilíbrio saudável?
Eu costumo fazer muita coisa ao mesmo tempo. Brinco que minha mente está sempre trabalhando e pensando em novas ideias e projetos. Também não gosto de ficar parada fisicamente. Volta e meia preciso sair, dar uma caminhada, fazer alguns exercícios. Gostaria de encontrar mais amigos, mas muitas vezes a correria impede. Porém, nos últimos dias, o excesso de atividades acabou me levando a parar de forma compulsória. Fiquei dois dias sem poder realizar muita coisa e isso me serviu para repensar o que estava fazendo de errado. A resposta: limites, ou melhor, a falta deles.
Na ânsia ou empolgação por realizar tantas atividades legais ao mesmo tempo, simplesmente esqueci de que sou apenas humana, e que, sim, muitas vezes é preciso parar e me adequar ao que posso fazer sem prejuizo ao meu equilíbrio físico e emocional. Tenhamos certeza de que se a gente não sabe impor limites a si mesmo, a vida o fará. E às vezes nem demora muito! Aliás, agradeça quando não demorar muito, porque aí dá mais tempo de acertar as pontas antes!

Parada compulsória
Quanta gente que trabalha feito louca, sem horas de descanso nem momentos de lazer com a família, de uma hora para a outra descobre que está doente e precisa parar compulsoriamente? Essas historias são super comuns. E depois, em geral, estas mesmas pessoas saem dessa fase mais equilibradas, dando mais valor à qualidade de vida, tempo livre e equílibrio em tudo que fazem?
Estes momentos também servem para nos mostrar que não somos insubstituíveis na maioria dos casos. Quando eu tinha minha agência de comunicação, alguns anos atrás, também aconteceu comigo. Cuidava de tantas coisas ao mesmo tempo e achava que não poderia parar. Mas aí tive que ficar quieta no meu canto por cerca de duas semanas por questões de saúde, e percebi que tudo continuou. Nessas horas sempre aparecem as melhores pessoas e a ajuda certeira para fazer a vida seguir. E aí resta olharmos de camarote, para que, de uma próxima vez, tenhamos a sabedoria de parar antes de ultrapassarmos os nossos limites, e a humildade de reconhecer que o mundo gira, mesmo quando estamos parados.

Dê limites para os outros também
Algo importante que costuma acontecer é que, em geral, pessoas que fazem muitas coisas ao mesmo tempo e assumem muitas responsabilidades para si, também acabam deixando a porta aberta para surgirem ainda mais coisas e responsabilidades em suas costas. É como se houvesse uma plaquinha em suas testas onde estaria escrito algo assim: “Pode deixar comigo. Eu dou conta de mais essa tarefa”. Só que não pode ser desta forma.
Muitas vezes aquela tarefa curta de meia hora que você topa fazer de última hora é exatamente a meia hora de descanso que você planejava ter, percebe? Portanto, é preciso dar limites para os outros também, saber dizer “não” sem culpa, ou simplesmente explicar que no momento não é possível, mas podem conversar de novo adiante. Tudo é uma questão de equilíbrio!
É claro que muito do que coloquei aqui depende da fase de vida em que estamos. Há momentos em que precisamos dar tudo de nós, fazer o melhor que pudermos para as coisas funcionarem bem. Se você está com um projeto novo e importante, se acabou de ter bebê, se está trabalhando e estudando para terminar logo a faculdade e ganhar mais… talvez sejam momentos onde provavelmente terá que ultrapassar um pouco os limites e se dedicar mais, dormir menos, deixar a balança pender um pouco mais de um lado do que de outro. Mas esse tipo de coisa não pode ser constante, percebe? É preciso que, após essa fase, exista uma outra de maior equilíbrio para recarregar as energias.
Espero que este artigo de hoje sirva para lembrá-lo que, apesar de às vezes não parecer, você precisa e merece um pouco de descanso também. E deve parar aquele momento necessário para refletir o que anda saindo do controle. Lembre-se que se não fizer isso voluntariamente, em algum momento a vida acaba lhe cobrando, portanto, alguns minutinhos para repensar e colocar a rotina em ordem parecem ser a fórmula mais adequada para conseguir os melhores resultados, concorda? Boa sorte e muito equilíbrio!

(*) Educador financeiro, palestrante, Sócio cofundador do Dinheirama e autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse. No Twitter: @RicardoPereira E no Linkedin: Ricardo Pereira

Publicado originalmente em Dinheirama

quarta-feira, 11 de julho de 2018

A lógica do servir


Rodolfo Garcia Montosa (*)

"Quem é o maior: o que está à mesa, ou o que serve? Não é o que está à mesa? Mas eu estou entre vocês como quem serve".
Com estas palavras, durante a última ceia narrada por Lucas (22:27), Jesus provoca todo o modelo mental reinante. A lógica em curso é que serve quem está "por baixo", e é servido aquele "mais importante". Não é a toa que este mundo funciona tão mal, tem tanta injustiça e tantas pessoas infelizes.
Jesus traz um ensino não somente com palavras, mas com sua própria vida. Ele é sério e muito determinado quando trata desse assunto de serviço. Sua palavra aos discípulos não soa como sugestiva, mas como ordem a ser cumprida. Como Ele é Senhor, pode ordenar. Ordena e manda com a autoridade de quem vive.
Mas, sendo bem franco, parece-me que a palavra do "mundo", que o maior deve ser servido, faz mais sentido. Pense comigo: Aquela pessoa que chegou naquela posição trabalhou, esforçou-se, destacou-se. Ela merece. Certo? Errado! Essa lógica é típica da natureza pecaminosa e decaída da humanidade. Faz parte de um pensamento egoísta e ensimesmado.
Conta-se de uma pessoa que se mudou para outro país. Este país era feito de pessoas muito generosas e educadas. Logo de início, um de seus novos colegas ofereceu-se para dar uma carona toda manhã. Chegavam cedo na empresa e seu amigo estacionava o carro bem longe da porta de entrada. Eram duas mil vagas no estacionamento. Demoravam algum tempo caminhando naquele grande estacionamento vazio. Nos primeiros dias ele não disse nada. Até que chegou um dia que perguntou: "Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos bem cedo, o estacionamento sempre vazio, e você deixa o carro lá no final". Seu colega logo respondeu, simples assim: "é que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar - quem chegar mais tarde já vai estar bem atrasado, melhor que fique mais perto da porta, você não acha?"
Essa pequena história traz luz de que existe uma grande lógica no princípio que Jesus ensinou. Imagine-se participando de um grupo de dez pessoas, sendo que todas as dez querem ser servidas. O que aconteceria? Algumas ou todas ficariam infelizes e insatisfeitas. Agora imagine que todas, sem exceção, decidissem servir umas às outras. Certamente todas ficariam felizes.
Essa é a lógica do servir: se todos servirem, todos serão servidos.
Não é difícil imaginar a revolução na sociedade se todos tivessem a atitude de servir o outro. O ensino de Jesus, portanto, é revolucionário. "Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem." (Jo 13:17).
Afinal, no Reino de Deus, quem não serve não serve!



(*) Graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP e Teologia pela FTSA, pós-graduado em Administração Financeira pela FGV-SP e MBA Executivo pela USP- SP. É diretor e fundador do Instituto Jetro. Foi colunista da Revista Igreja e da Revista Saber e Fé. Fez parte dos Conselhos da Editora Mundo Cristão, e atualmente faz parte da Missão Portas Abertas e da Fundação Eduardo Carlos Pereira. Pastor titular da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Londrina e empresário no setor de serviços, sendo diretor presidente da BR Consórcios, empresa que administra diversas marcas de Consórcios no Brasil.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com

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