Ética e Liderança Cristã: Entrevista
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Homem que é homem

Entrevista com o Pastor Marcelo Gomes

Os desafios que enfrentamos não são apenas tecnológicos, econômicos e ambientais. Um dos maiores desafios para os homens e mulheres é sobre o ser homem e o ser mulher.
Há 8 anos Pr. Marcelo Gomes começou uma reunião com homens. No início eram 7, hoje reúne 500 homens todas as semanas. Afinal, o que é ser homem no século 21?

O Instituto Jetro entrevistou o Pr. Marcelo Gomes que é Graduado em Teologia pelo Seminário Teológico Rev. Antonio de Godoy Sobrinho, em Londrina-PR, pastor da 1ª Igreja Presbiteriana Independente de Maringá - PR e administra o site Espaço Palavra, com artigos, sermões, estudos bíblicos e reflexões. É escritor, autor dos livros "Aprenda a Lidar com a Ansiedade", "Deus em Pessoa", "Fé para Transformar a Vida" e "Sabedoria para Viver e Ser Feliz", dentre outros.
É o idealizador e o apresentador dos programas "Insight da Pan" (Jovem Pan Maringá/Mercosul) e "Linha Reta" (Rede TV Maringá/Londrina), bem como palestrante motivacional e conferencista.

Em sua opinião, quais são os grandes desafios e a maior responsabilidade do homem neste século?
O mundo de hoje tem características muito peculiares que precisam ser discernidas e enfrentadas com coragem e sabedoria. Primeiro, tornou-se mais tecnológico e dinâmico, o que faz com que o tempo pareça insuficiente e as capacidades ou recursos pareçam sempre aquém do que seria necessário. Também tornou-se mais competitivo e trouxe à luz uma nova mulher, mais ambiciosa, independente e crítica. Enfim, mas longe de esgotar o assunto, tornou-se mais individualista. As redes de interesse, sejam profissionais ou de entretenimento, substituíram a verdadeira amizade. O individualismo tem gerado isolamento e solidão, mesmo que o homem esteja sempre cercado de muita gente. Por estas e outras razões, creio que a maior responsabilidade do homem nos nossos dias é ser ele homem, humano, sem ceder à tentação de ser apenas profissional, pai, marido, provedor ou o que quer que se espere dele. Só assim perceberá sua necessidade de depender de Deus e o quanto é amado por Deus.

É necessário refletir sobre a masculinidade e feminilidade. Como os homens podem ser "homens" depois do fim da sociedade patriarcal? De que "homem" estamos falando e de qual homem a sociedade precisa?
Homens serão sempre homens e mulheres serão sempre mulheres. Há, em minha opinião, uma determinação biológica que interage de modo maravilhoso com os demais aspectos da vida humana, sejam eles racionais, emocionais ou volitivos. Mulheres foram criadas, por exemplo, para gerar a vida em si mesmas, enquanto o homem foi criado para gerar fora de si mesmo. Isso influencia a constituição da personalidade. Homens sempre terão disposição maior para o desempenho e mulheres, para o controle. Homens sempre serão mais fascinados por conquistas, enquanto as mulheres, pela construção de ambientes seguros. Elas são ambientes. Ambientes são extensões delas mesmas. Eles correm o risco de vender a alma com maior facilidade. Por isso, ser homem é desempenhar-se com amor. Conquistar sem destruir. Avançar sem abandonar. Nossas mulheres e nossos filhos precisam de homens maduros, aptos, confiantes e, sobretudo, confiáveis. Como Jesus, que foi adiante até cumprir a missão (está consumado!) sem deixar para trás aqueles que amou (não perdi nenhum dos que me deste!).

O pastor e psicólogo Jim Conway, em seu livro Men in Midlife Crises, diz que "a crise da meia idade é quase publicamente ignorada na igreja, embora muitos de seus membros irão passar pelo problema". Poderia falar sobre esta crise da meia idade nos homens?
Não acredito que haja uma crise da meia idade, mas que há crises próprias da meia idade. Não é uma crise por chegar à meia idade, mas por chegar de determinado modo à meia idade. Por exemplo: homens que foram muito cobrados desde a infância (e o mundo cobra os homens de um modo muito específico) e chegaram à meia idade sem as conquistas que lhes foram impostas, tendem a viver um tipo de crise que consiste de um certo sentimento de fracasso. Dentre eles, alguns culparão a si mesmos e se tornarão apáticos enquanto outros culparão os demais e se tornarão rancorosos. Outra possibilidade: homens que pagaram preços muito elevados desde cedo para alcançar objetivos e, na meia idade, vão tentar proporcionar a si mesmos certas compensações, configurando uma espécie de regressão. Sabe quando um homem de meia idade parece um adolescente, comprando brinquedos de adolescentes e querendo namorar adolescentes? Também há os que não preencheram lacunas afetivas e, na meia idade, sobretudo quando há perdas (os pais, avós e, ocasionalmente, irmãos), ressentem-se de não terem amado ou sido amados como poderiam. Há muitos tipos de crise que a meia idade pode desencadear, mas não é uma questão de idade, mas de verdades que a vida que passa impõe sobre nós.

Richard Foster em seu livro: "Dinheiro, sexo e poder" afirma que esta tríade atinge de maneira profunda e universal os homens. Poderia falar a respeito?
Jesus comparou o dinheiro com uma divindade e isso nunca foi tão forte como em nossos dias. Virou um fim em si mesmo. O presbítero Ednaldo Michellon, da IPI em Maringá, escreveu um livro onde denuncia o moneycentrismo. Se não cuidarmos, seremos servos, súditos do dinheiro, não mordomos do que pertence a Deus. Sobre o sexo, nem precisamos insistir que nossa sociedade ficou mais sensual e expositiva dos corpos. Um detalhe é que os corpos virtuais, idealizados e perfeitos, estão acessíveis para a admiração e a construção de fantasias. Há uma crise das experiência sexuais reais em relação às que são fantasiadas artificialmente. Sobre o poder, quanto mais poderoso um homem quiser ser, tanto menos conhecerá o poder de Deus e a benção da exaltação que nasce da humildade. A Bíblia realmente ordena que fujamos dos perigos que essa tríade representa.

Quais as características do homem de Deus?
O homem de Deus tem, acima de tudo, consciência de pertencer a Deus. Sabe que depende dele. Um homem de Deus nunca se considera provedor (pois sabe que a verdadeira provisão vem de Deus), imprescindível (pois sabe que todos, inclusive sua família, precisam mais de Deus que dele, e vai ajudá-los nesse caminho) ou dono da situação (pois sabe que só Deus é soberano e que Dele vem a resposta certa para os planos do coração). Outra coisa sobre o homem de Deus é que não será vitimista, um mal dos homens de hoje. O vitimismo é fruto da combinação explosiva de nosso desejo de reconhecimento, com senso de justiça própria, rancores e autocobranças exageradas. Ninguém me entende, ninguém me ajuda, ninguém sabe o que estou passando... São frases de gente vitimista. Homens vitimistas são infantis, acusadores, fechados em si mesmos e agridem a identidade de suas mulheres e filhos. Somente em Cristo podem ser curados dessa enfermidade de alma.

Um exemplo clássico de como a influência do homem é, sem dúvida, expressiva no meio familiar é evidenciado em estudos que concluíram que quando uma criança assume um compromisso com a igreja, 2% da família se envolve juntamente com ela. Quando uma mulher ou uma mãe assume um compromisso com a igreja, 17% da família se envolve juntamente com ela. Já quando um homem ou um pai de família assume um compromisso com a igreja, esse número aumenta para 93%. Você concorda? Qual a sua sugestão para a Igreja de hoje alcançar e treinar homens para a liderança?
Concordo. Há 8 anos reúno, semanalmente, um grupo de homens que chegou a 500 participantes. Iniciamos em 7, numa padaria. Hoje nossos encontros acontecem num Buffett, na cidade de Maringá. Durante esse período, vi na prática essa afirmação: homens que se interessaram pelo evangelho nesses encontros foram para a igreja com suas famílias e amigos. Acredito que a razão pode ser a seguinte: quando uma mulher parte em busca de Deus, o homem a observa com desconfiança, isso quando não lhe impõe limites ou reservas. Raramente está disposto a acompanhá-la. Acha que suas características femininas (e é um enorme preconceito de sua parte, diga-se) a impedem de perceber os equívocos e perigos de suas escolhas. Contudo, quando é o homem que decide buscar a Deus, sua mulher e filhos prontamente decidem apoiá-lo (na maioria dos casos), pois consideram que essa decisão pode ser uma solução e um benefício para as relações familiares, normalmente prejudicadas por ações desse homem que vinha sem Deus e sem valores claros para conduzir seu lar. Parece-me que isso ajuda a entender o fenômeno...

Demais considerações que achar oportunas.
Acho muito importante que as comunidades cristãs invistam em trabalhos específicos para homens, o que não é fácil em hipótese alguma... Não por causa do desejo de crescimento da igreja, mas porque a saúde da sociedade passa pela saúde dos homens, assim como das mulheres. E a Bíblia sagrada está recheada de histórias e exemplos de homens de Deus, cujas biografias têm o poder de lançar luz, ainda hoje, sobre as nossas. E temos Jesus de Nazaré, referência maior para homens e mulheres de todos os tempos, em cujo Nome somos salvos, que pode ajudar, pelo Espírito que nos deu, a sermos homens de verdade.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

quarta-feira, 10 de junho de 2009

É possível ser advogado e crente?

Entrevista com David Teixeira de Azevedo

Alguns pensam, de forma preconceituosa, que advocacia e cristianismo não podem andar juntos e que, ao procurarmos um advogado, estamos em busca de auxílio para burlar a lei. Exatamente sobre isto o vice-presidente do Instituto dos Juristas Cristãos do Brasil afirma: “o advogado é alguém que faz cumprir a lei”.
Nosso entrevistado é o Dr. David Teixeira de Azevedo, um dos mais talentosos e respeitados advogados do Brasil. Possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais, mestrado e doutorado em Direito pela Universidade de São Paulo e especialização em Direito Penal Econômico e Europeu pela Universidade de Coimbra – Portugal.
Atualmente é professor da Faculdade de Direito da USP, vice-presidente do Instituto dos Juristas Cristãos do Brasil – IJCB e atende em escritório profissional em São Paulo. É autor de diversos livros, dentre os quais, Atualidades no Direito e Processo Penal, pela Editora Método.

É possível ser um crente fiel a Deus e viver da advocacia no Brasil?
David - Claro que sim. A advocacia não traz nenhuma incompatibilidade com os princípios cristãos. Mais, a advocacia não é conflitante de nenhum modo com a fidelidade ao Senhor. Deve o advogado exercer sua atividade profissional com todo o tirocínio e competência, estabelecendo uma relação de empatia com o cliente, fazendo suas as angústias e ansiedades deste, sem, contudo, perder a capacidade de posicionar-se estrategicamente na causa, medir os melhores argumentos, avaliar equidistantemente os elementos de prova então existentes. Paixão pela causa entregue à sua responsabilidade, empatia com o cliente, capacidade de raciocínio técnico e exercício da profissão segundo um reto e por isso ético juízo, tudo isto compõe os ingredientes para um exercício profissional conciliado com a fé e com os valores cristãos.

O que é mais difícil para um cristão no exercício da advocacia?
David - É estabelecer linha fronteiriça entre a verdade e o exercício do direito de defesa. Devem caminhar juntos, inseparáveis. Mas que verdade? A verdade histórica tal qual reproduzida na investigação preliminar e no processo.

Haveria alguma especialidade do direito na qual o advogado crente enfrentaria mais causas que vão de encontro ao Evangelho?
David - O terreno é igualmente espinhoso em todas as áreas. Porém, no âmbito da recuperação judicial e no âmbito criminal as questões são mais sensíveis.

Há um pensamento corrente de que ao procurar um advogado procuramos alguém para burlar a lei. O que o senhor pensa sobre isso?
David - É um pensamento absolutamente preconceituoso. O advogado não é aquele que burla a lei, mas sim alguém que faz cumprir a lei. Devemos lembrar que a experiência jurídica é o resultado da tríade fato, valor e norma, como expôs o pensamento de um dos mais extraordinários juristas do século passado e início deste, Prof. Miguel Reale. O direito vai além da norma jurídica, que é provisória e está sujeita à alteração constante, em razão da mudança dos valores que lhe deram significado e em virtude dos nossos fatos sociais. Cabe ao advogado, buscar a razão última da norma, identificar o valor que a empolga, perceber com sensibilidade as mudanças sociais que justificam uma releitura ou mudança da norma. Dentro desse trabalho é que se pleiteará o melhor direito, que inclusive pode estar escondido por detrás da lei.

Aumentou muito o número de igrejas que têm contratado um advogado para defendê-las em várias áreas. Como deve agir o advogado quando é contratado e sabe que a igreja agiu incorretamente?
David - Em primeiro lugar, o advogado não está vinculado somente às causas boas. O advogado tem o compromisso de bem defender seu cliente, extraindo da norma e do universo jurídico a que ela pertence a melhor e mais adequada disciplina jurídica para seu cliente. Se a igreja errou, o trabalho do advogado é de grande responsabilidade no que se refere à advocacia consultiva. Deve indicar os meios e modos jurídicos de adequar o funcionamento da igreja aos preceitos legais. A defesa em juízo deve dirigir-se a mostrar, se for este o caso, como o direito - e não necessariamente uma norma jurídica isolada - pode guardar os interesses da igreja e, assim, apontar conclusivamente pela ilegalidade da atuação do poder público.

Temos também lido sobre líderes e pastores que não assumem seus erros e colocam-se acima da lei. Que conselhos o irmão daria para estes irmãos?
David - É o conselho de Pedro de estarmos sujeitos, e exemplarmente, a toda autoridade humana (I Pe. 2:13). Esses pastores e líderes saibam que "a ira do homem não opera a justiça de Deus” (Tiago 1:20) e que os tribunais estão para corrigir com a vara quem não se conduz debaixo da Graça.

E para os vários advogados crentes que freqüentam as igrejas brasileiras? Que recomendação o senhor daria para que também dêem bom testemunho como profissionais?
David - Uma das melhores e mais ricas imagens bíblicas é a do advogado, em especial quando Jesus Cristo é comparado a um advogado junto ao Pai, ou seja, o Parakletos: I João 2:1 “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.” Nosso ministério como ministros do direito, e não meramente operadores técnicos dele, é estar ao lado de quem sofre a injustiça, a violência, quem tem seu direito afligido. A dignidade da advocacia, como serviço essencial à Administração da Justiça, entendida como materialmente justa, recebeu grafia no texto constitucional e devemos com toda autoridade e desassombro exercer nossa profissão de modo a contribuir para que a sociedade seja mais justa, que o direito seja efetivamente dado na exata medida em que ele pertencer a cada membro da comunhão social. E mais, devemos aproveitar esta oportunidade para testemunhar que nosso Deus é quem faz justiça, que se põe como Juiz dos juízes, interpretando as circunstâncias por vezes aflitiva e adversa como o caminho escolhido, pela soberania de Deus, para trabalhar com o coração do homem.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o site www.institutojetro.com

Por trás do monge e do executivo

Entrevista com James C. Hunter

Poucos líderes nunca ouviram falar do livro O Monge e o Executivo (Editora Sextante). Ele se tornou febre no mundo corporativo, está há 222 semanas no ranking dos livros mais vendidos da Revista Veja e já vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo.
No livro, o norte-americano James C. Hunter conta a história de um executivo que vai buscar soluções para seus dilemas profissionais e pessoais num mosteiro beneditino. Neste lugar ele ouve falar de um homem que não ocupou cargo algum, não fez faculdade e sequer pisou numa empresa: Jesus Cristo. O monge apresenta o Mestre como o exemplo maior de líder.
No entanto, o que a maioria dos leitores dos livros de Hunter não sabe é que, o homem por trás do livro que introduziu o conceito de liderança servidora nas empresas é crente em Jesus Cristo há quase 30 anos. E foi sobre a sua experiência na fé que Hunter concedeu esta entrevista exclusiva para o nosso site.

Qual é a sua experiência pessoal com Cristo?
Hunter – Tenho sido um cristão sério e praticante nos últimos 28 anos. Fui batizado ainda criança, mas não levei minha fé a sério até ter 30 anos. A salvação fez sentido para mim em 1981. Atualmente, eu e minha família freqüentamos uma pequena igreja batista próxima de nossa casa.

Você já ocupou algum cargo de liderança na sua igreja local?
Hunter - Sim, já fui ancião e depois o presidente do conselho da igreja. Atualmente, sou professor do curso de Liderança e também do curso Construindo nossa Comunidade, ambos na igreja local.

Seria possível escrever um livro sobre liderança servidora sem ter experimentado o novo nascimento?
Hunter – Não! Minha fé é extremamente importante para mim e foi fundamental ao escrever livros sobre o tema.

Que tipo de retorno você tem recebido dos pastores e de outros líderes cristãos sobre seu livro?
Hunter – Os pastores e líderes cristãos que entram em contato têm apoiado e dado indicações de que amaram o livro. Mas, a maior surpresa foi que os líderes de organizações seculares foram aqueles que realmente se interessaram pelo livro. Eu gasto 98% do meu tempo ensinando o conceito de liderança servidora em empresas e somente 2% em organizações cristãs. Isto foi surpreendente! Muitas organizações cristãs acreditam que entendem e praticam o conceito de liderança servidora, embora minha experiência mostre o contrário... Na realidade, poucas organizações cristãs realmente entendem e praticam a liderança servidora.

Você acredita que os seus leitores não cristãos tem se interessado em conhecer mais sobre Jesus Cristo?
Hunter – Sim, eu realmente creio que os princípios de meus livros podem ajudar a criar uma abertura para Jesus. Eu não tenho nenhuma estatística para apoiar esta afirmação, mas meu instinto diz que o conceito de liderança servidora pode gerar mentes e corações abertos para ouvir o Evangelho de Jesus Cristo.

Qual foi o seu maior desejo ao escrever este livro?
Hunter - Apresentar os princípios de liderança servidora que podem mudar nossas vidas em um mundo perdido e falido.

Que conselho daria aos líderes cristãos em relação ao tema Liderança Servidora em suas igrejas?
Hunter – O melhor conselho que posso dar é seguir o conselho e o exemplo de nosso líder Jesus. Ele disse que liderar é servir. Sendo assim, amem e sirvam os outros. Amar significa se doar para os outros, identificando e suprindo suas reais necessidades e buscando o melhor para suas vidas.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o site www.institutojetro.com