terça-feira, 2 de outubro de 2007

O Pregador rejeitado

Certa igreja precisava de pastor. Um dos diáconos escreveu uma carta como se a tivesse recebido de um candidato e leu-a perante o conselho e a igreja.

“Senhores. Sabendo que o púlpito de sua igreja está vago, gostaria de candidatar-me ao cargo. Tenho muitas qualificações e, penso, irão apreciar. Tenho sido abençoado com poder de pregação e tido bastante sucesso como escrito. Alguns dizem que sou bom administrador.
Algumas pessoas, contudo, têm algumas coisas contra mim. Tenho mais de 50 anos de idade. Nunca fiquei no mesmo lugar mais de três anos. Em alguns casos, tive de deixar a cidade, porque a minha pregação causou tumulto e distúrbios. Tenho de admitir que estive na cadeia 3 ou4 vezes, mas não por más ações. Minha saúde não é muito boa, embora consiga trabalhar para pagar minhas despesas. As igrejas em que tenho pregado são pequenas, embora localizadas em grandes cidades. Não tenho muita comunhão com os líderes religiosos das diversas cidades em que tenho pregado. Para falar a verdade, alguns deles me levaram às barras do tribunal e me atacaram fisicamente de maneira violenta.
Não sou muito bom para manter arquivos de registros. Muitos sabem que já esqueci quem foi que batizei. Todavia, se os senhores me quiserem aceitar, esforçar-me-ei ao máximo, mesmo que seja obrigado a trabalhar para ajudar no meu sustento."

Depois de ler esta carta diante do conselho, o diácono perguntou se os oficiais estavam interessados no candidato. Eles disseram que jamais serviria para igreja. Não queriam um homem enfermo, contencioso, turbulento, presidiário. E ainda mais, a apresentação do candidato seria até um insulto para a igreja. Depois perguntaram qual era o nome dele. Receberam a resposta: Apóstolo Paulo.

(Autor desconhecido)

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