sexta-feira, 17 de agosto de 2007

EUA querem levar segurança e ética online à sala de aula

A Aliança Nacional de Cibersegurança (NCSA) dos Estados Unidos convocou líderes de estado para trabalharem junto a escolas e universidade a fim de garantir que segurança e ética online sejam parte dos currículos de todas as escolas. A iniciativa terá o apoio de organizações educacionais e empresas como CA, McAfee, Microsoft e Symantec.
Segundo a NCSA, sua proposta vem completar a lei criada recentemente, chamada No Child Left Behind Act, que determina que estudantes detenham conhecimentos sobre tecnologia ao término da oitava série. Para a associação, as crianças também devem ser instruídas a respeito dos perigos por trás da internet.
Dados da Associação Nacional de Diretores de Escolas dos EUA indicam que professores em 96% das escolas naquele país passam lições de casa que exigem a utilização da internet.
No entanto, ainda não há nenhuma espécie de educação sobre como os estudantes devem agir para garantir uma navegação segura e ética pela web. E a internet, bem como o mundo real, traz ameaças e perigos que seguramente, os alunos terão de enfrentar em algum momento da vida. Entre elas estão o roubo de identidade e esquemas de pedofilia.
A proposta da NCSA visa incorporar disciplinas como Ciberética, que ensinará que invadir o computador alheio é tão errado quanto entrar em uma residência sem autorização; Cibersegurança, que incluirá dicas de comportamento social para proteger as crianças de perigos online e contatos indesejados; e Ciberameaças, que explicará aos jovens que ameaçar alguém pela web é tão errado quanto ameaçar alguém em um parque de diversões.

Fonte: Convergência Digital

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